Terça-Feira, 25 de Junho de 2019
Catástrofe na barragem Mina 1 Córrego do Feijão amplia rastro de danos à vida humana, fauna e flora e mananciais
Catástrofe do rompimento da Barragem Mina 1 Córrego do Feijão pertencente à VALE S/A, em Brumadinho (MG), deixando rastros de destruição e investigações?
05/02/2019 | 11:08
Postado por: Destaque Catarina
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A maior catástrofe do gênero já registrada no Brasil diante do rompimento da Barragem Mina 1 Córrego do Feijão, pertencente a mineradora VALE S/A, que provocou a morte de mais de 350 pessoas - 134 mortos e 199 pessoas estão desaparecidas. As buscas por parte das equipes que continuam trabalhando na região de Brumadinho (MG), alcança mais de uma semana desde o rompimento da Barragem Mina 1 Córrego do Feijão com mais de 12 milhões 500 mil metros cúbicos de rejeitos de ferro e que varreu o vale por onde a avalanche de rejeitos de minério de ferro e água; passou destruindo casas, barracões, linha férrea, ponte; lavouras e provocando a morte de mais de 350 pessoas, deixando dezenas de feridos.

 

A destruição atingiu também a fauna e flora e a bacia do Rio Paraopeba que desagua até atingir o Rio São Francisco, após passar por uma outra barragem distante alguns quilômetros de onde ocorreu o rompimento da Barragem Mina 1 Córrego do Feijão. As consequências desta catástrofe têm sido de um alcance imaginável: perdas de vidas, sofrimento para com as famílias das vítimas diretamente atingidas; desemprego; prejuízos também econômicos para as comunidades prejudicadas pela catástrofe da Mina 1 Córrego do feijão, que pertence à mineradora VALE S/A; prejuízos imensos para com a qualidade da água do Rio Paraopeba e que poderá também prejudicar intensamente o Rio São Francisco - caso rejeitos da barragem rompida atinja o Rio São Francisco.

 

Doenças surgem na região atingida pelo rompimento da Barragem Mina do Feijão

Os riscos à saúde pública começam preocupar em muito as autoridades de saúde em Minas Gerais, face a catástrofe ocorrida com o rompimento da Barragem Mina Córrego do Feijão. A amplitude desta tragédia afetou peno menos cerca de 40 mil pessoas, devido à ligação seja por elo familiar, amizades e mesmo devido ao grau desta tragédia que gerou uma comoção ampla não somente na região de Brumadinho, porém, em todo o país. Imprensa mundial continuam repercutindo esta catástrofe em Brumadinho (MG). Sintomas como depressão; dengue; febre amarela e de outras doenças possíveis de ocorrerem nesta região arrasada devido ao rompimento da Barragem Mina 1 Córrego do Feião.



Investigações pouco avançam e preocupa o Brasil

Assim como ocorreu com a tragédia de Barragem em Mariana (MG), em que 19 pessoas morreram e centenas de famílias tiveram que abandonar suas casas, terras que eram cultivas, e cuja tragédia ainda não chegou a conclusão sob o que de fato provocou o rompimento daquela barragem que provocou dano imensuráveis ao Rio Doce, até os rejeitos atingirem o mar, percorrendo quase 600 quilômetros de distância da origem deste rompimento. E a demora dos órgãos públicos responsáveis em dar uma resposta transparente à sociedade brasileira e em especial às vítimas atingidas pela tragédia em Mariana (MG), faz com que agora, diante do rompimento da Barragem Mina 1 Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), cuja obra pertence à VALE S/A - que possui quase 150 barragens pelo país; não repita os mesmos vícios de omissões quanto desde à elaboração de projetos de barragens, áreas onde serão instaladas para explorações de minérios; segurança ampla interna e externa da área e seu entorno; licenciamentos ambientais e quanto também aos incentivos fiscais que governos liberam para com empresas o gênero; dentre outros riscos e condições para com liberação da exploração de riquezas minerais no Brasil.

 

Impedir que doações financeiras para campanhas sejam realizadas por este setor, dentre outros setores da economia e que obtém contrapartidas bilionárias de governos e sem retorno social, ambiental e econômico como deveriam ocorrer a altura do que os lucros bilionários são proporcionados por estas explorações de riquezas minerais no Brasil. Portanto, ampla investigação, transparência, responsabilizar e a Justiça punir, são fatores essenciais para que catástrofes como estas não se repitam mais no Brasil.

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