Segunda-Feira, 01 de Junho de 2020
DEIC; TCU; MPSC e PF investigam caso dos respiradores mecânicos fantasmas que o governo de SC pagou R$ 33 milhões. Grana sumiu das contas da VeigaMed
VeigaMed limpou contas deixando apenas R$ 480 mil dos R$ 33 milhões recebidos do governo de SC pelos respiradores fantasmas. DEIC; TCU;MPSC e PF investigam
05/05/2020 | 19:32
Postado por: Destaque Catarina
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Uma máfia, um bando, uma quadrilha pode estar envolvida num dos maiores escândalos recentes de desvios de recursos públicos em Santa Catarina justamente diante da crise da pandemia da Covid-19. O Ministério Público do Estado de Santa Catarina (MPSC); a DEIC - Departamento de Investigações Criminais ; o Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE/SC), a CPI da Alesc- Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, bem como, a Polícia Federal estão ambos investigando para onde foram parar os R$ 33 milhões pagos pelo governo do estado sob comando de Carlos Moisés à empresa VeigaMed, do Rio de Janeiro, cuja empresa tem endereço de um pequeno barraco na periferia de Nilópolis (RJ) e cujo valor de R$ 33 milhoes foram pagos antecipadamente sem licitação pública para aquisição de 200 respiradores mecânicos que se quer oram entregues ao governo de Santa Catarina.


Máfia poderá parar na prisão diante do esquema suspeito que sumiu com R$ 33 milhões

Investigações preliminares indicam que dos R$ 33 milhões recebidos pela VeigaMed, apenas R$ 480 mil estão em contas desta empresa, segundo informações do deputado estadual Bruno Souza ( Novo ), que também acompanha o caso vergonhoso e que compromete além da gestão do governo Carlos Moisés (PSL), também a área da Saúde Pública do estado de Santa Catarina diante deste combate a pandemia da Covid-19. Os R$ 33 milhões para aquisição de 200 respiradores podem ter ainda o superfaturamento destes aparelhos que a União Federal pagou por cada um deles cerca de R% 60 mil reais enquanto o governo de Santa Catarina pagou por cada um destes aparelhos R$ 165 mil reais totalizando os R$ 33 milhões já pagos há cerca de um mês atrás à VeigaMed. É preciso aprofundar e rápida as investigações a fim de retornar aos cofres públicos do estado de Santa Catarina os R$ 33 milhões de reais como determina o Ministério Público do Estado de Santa Catarina. E mais, levar à prisão os responsáveis pelo negócio nebuloso e inaceitável ainda mais em plena crise da saúde devido à pandemia da Covid-19.

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