Quinta-feira, 29 de Outubro de 2020
Ministro mafioso do Meio Ambiente Ricardo Salles revoga regras que acaba com a proteção de restingas e manguezais
Ministro mafioso do Meio Ambiente Salles revoga regras que acaba com a proteção de restingas e manguezais
29/09/2020 | 10:42
Postado por: Destaque Catarina
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O mafioso ministro do governo Bolsonaro, Ricardo Salles - condenado pela Justiça Federal por improbidade administrativa e que já foi assessor particular do mafioso e corrupto ex-governador de São Paulo Geraldo Alckimin (PSDB), que também responde a processos por corrupção e lavagem de dinheiro; revogou legislação que dava proteção aos manguezais e restingas do Brasil. A decisão tomada pelo CONAMA- Conselho Nacional de Meio Ambiente; foi referendada pelo ministro Ricardo Salles e desta forma; acabou com as regras de proteção de restingas e de manguezais no Brasil. A decisão de Ricardo Salles junto ao CONAMA ocorreu na segunda-feira (28). Ricardo Salles acabou de vez com a proteção por lei federal quanto à proteção de restingas e de manguezais. Já não bastasse a declaração de Ricardo Salles em abril deste ano em colegiado do governo Bolsonaro; onde Salles destacou que defendia " passar a boiada ", referindo-se à não proteção de áreas na Amazônia e de outras no país; as quais merecem proteção diante da exploração de madeiras nobres; exploração de minérios e também de ampliação e expansão do uso de terras de proteção federal por parte do setor do agronegócio em regiões do Centro-Oeste; Amazônia e do Cerrado nordestino.

 

O ministro do Meio Ambiente do governo Jair Bolsonaro; Ricardo Salles, agora, diante desta definição na segunda-feira, (28); mudou as regras que agora facilitam a exploração imobiliária em áreas de restingas e de manguezais por todo o país. Salles; mostra que a política ambiental do atual governo federal sob comando de Jair Bolsonaro; sequer possui preocupações com relação à biodiversidade destas áreas que devem e merecem plena proteção governamental. Há cerca de 20 anos atrás, em Florianópolis (SC), houve a Operação Moeda Verde que levou á prisão na época 18 pessoas diante crime ambientais em áreas de manguezais beneficiando setor imobiliário e que teve uma série de irregularidades desde pagamentos de propinas até facilitações em liberações de licenças ambientais indevidas que feriram regras de proteção ambiental. Agora, o ministro de Meio Ambiente Ricardo Salles mesmo diante protestos de setores representativos de defesa do meio ambiente nacional; acabou por definir o fim de proteção par restingas e manguezais em todo o Brasil.

 

Amazônia; Pantanal e o Cerrado; agonizam diante chamas

O Brasil sofre a pior destruição florestal de todos os tempos. Milhões de hectares sendo consumidos pelos quase cem mil focos de incêndios que há mais de 60 dias consomem florestas e arrasam vidas de centenas de espécies de animais que vivem em áreas da região Amazônica; Pantanal e no Cerrado brasileiro. São centenas de milhões de hectares de terra em que cinzas e restos de vegetação torradas; além de vestígios de corpos de animais mortos pelas chamas; mostram uma realidade nunca antes presenciada em tamanha dimensão de destruição ambiental. As consequências destas queimadas no Pantanal; Amazônia e no Cerrado vão além do que as chamas em si provocam de danos ambientais. ou seja; rios e riachos, córregos destas regiões de rica fonte hídricas estão com imensas toneladas de cinzas tóxicas- resíduos que deixam o solo em dias que virão de chuvas e que já em algumas áreas onde pouca chuva se fez presente neste período de focos de incêndios; já se é possível perceber os danos das cinzas destas queimadas nas águas destes rios.

 

A mortandade de peixes de de outras espécies de animais como lontras e filhotes de jacarés já são registrados em vários lugares destas regiões do Pantanal e da Amazônia. A fumaça que se espalha por muitas regiões do Centro-Oeste, Sudeste e até no Sul do Brasil de acordo com as correntes de vento ao longo destes últimos dois meses; provocam danos também à saúde vulnerável de populações que apresentam doenças respiratórias como sinusites e renites alérgicas. E tem ainda os grandes e sérios riscos de acidentes de trânsito em que rodovias que cortam regiões onde ocorrem estas queimadas; são tomadas as margens por distâncias quilométricas de fogos à beira destas rodovias. E diante tudo isto, o governo federal sob comando de Jair Bolsonaro e do mafioso ministro de Meio Ambiente Ricardo Salles, sequer adotam rigorosas medidas para conter os milhafres de focos de incêndios. As poucas medidas são inépcia, ineficazes. Sequer há rigor na fiscalização sobre os crimes ambientais graves que estão ocorrendo no Pantanal; Amazônia e no Cerrado brasileiro.

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