Sábado, 18 de Agosto de 2018
Mar de lama invade o mar litorâneo brasileiro
23/11/2015 | 23:15
Postado por: Destaque Catarina
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O desastre ambiental ocorrido na barragem de Mariana (MG), distante cerca de 800 quilômetros do litoral do estado do Espírito Santo; chegou neste início da semana na foz do Rio Doce e a lama contendo produtos tóxicos provoca mais danos ambientais e desta vez junto ao mar. A lama com resíduos tóxicos de minérios vem deixando um rastro de destruição com a morte de milhões de toneladas de peixes; aves; dentre outros animais além de atingir graves danos da biodiversidade ao longo das margens do Rio Doce que atravessa Minas Gerais e o Espírito Santo. Mais de 3 milhões de habitantes de diversas cidades que são abastecidas pelo água do rio Doce; enfrentam situação de emergência. Há mais riscos de rompimento de outras duas barragens pertencentes à empresa mineradora Samarco.

 

O dilema sobre as questões ambientais no Brasil vem desde há muitas décadas de falta de atenção governamentais. Sem uma política ampla de planejamento; fiscalização e projetos ambientais sólidos e consistentes em várias áreas; o Brasil acaba mostrando ao resto do mundo uma enorme incompetência no gerenciamento das questões ambientais. O exemplo do rompimento desta barragem em Mariana (MG), além da existência de outras nas mesmas condições ameaçadas de rompimento e que poderão provocar mais danos ambientais; são realmente uma afronta à milhões de cidadãos deste país.

 

O Governo sob desde o comando do ex-presidente Lula e agora com Dilma Rousseff (PT), diluíram possibilidades de avançar nas políticas ambientais. Quando a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (ex-Partido Verde e agora no Rede Sustentabilidade); já defendia arduamente uma postura mais ostensiva em prol de defesa ambiental; sofrera repúdios internos e acabara tendo que deixar o governo e partir para outra sigla. Dilma (PT), optou pela ministra Kátia Abreu, empresária, pecuarista e porta-voz dos ruralistas. Está aí, explicado.

 

Um governo que optara pela manutenção de quadrilhas dentro do esquema do mensalão e da Lava Jato, mostra que não é um governo voltado ao desenvolvimento sustentável, porém, sim, um governo que opta pela manutenção do poder sob o manto da corrupção, da organização criminosa como ao que há muitos anos está instalado no Brasil. Ou seja, uma organização mafiosa, escrupulosa que rouba dinheiro público- dinheiro do povo oriundo de absurdos impostos e tarifas caríssimas e que vai em detrimento à falta de dinheiro para custear a área da Saúde; Educação/Cultura; Segurança Pública; Infraestrutura; Meio Ambiente; Habitação e Agricultura, por exemplo.

 

Há uma espécie de lamaçal em toda a estrutura de poderes no Brasil e que há décadas mafiosos, quadrilheiros, bandidos que ensaiam-se como defensores dos interesses da sociedade brasileira; são na verdade quadrilhas bem aparelhadas e infiltradas nas esferas de poder constituídos ( Legislativo; Executivo e Judiciário), além de outras estruturas como desde ONGs; Tribunais de Contas Estaduais e por fora disto; no próprio meio empresarial e a Operação lava Jato é a mais clara situação desta realidade triste para o Brasil.

 

É, portanto, chegado o momento histórico do povo brasileiro voltar-se contra estas quadrilhas instaladas no meio político e ou fora dele e rumar um caminho de liberdade plena, onde a Justiça seja estabelecida de forma digna afim de superarmos estes desastres não somente ambientais, porém, gerais que estão ocorrendo dia-a-dia no Brasil.

 

Outro exemplo mafioso é o que está provocando o próprio presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB). Ou seja; há mais do que comprovado sua prática criminosa com corrupção e resiste em deixar o cargo e o mandato. Este filme o povo brasileiro já vivenciou com o ex-presidente Fernando Collor de Mello. E não é somente Eduardo Cunha. outros mafiosos também já deveriam ter abandonado mandatos eletivos. Fora corruptos ! Fora !"

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