Sábado, 16 de Dezembro de 2017
Foro Privilegiado é o paraíso da máfia no Congresso e Câmara Federal
Por Agnaldo Godoy
18/10/2017 | 15:33
Postado por: Destaque Catarina
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O foro privilegiado que tem como principal objetivo evitar a prisão de mafiosos e corruptos que atuam dentro do Senado Federal, Câmara Federal; governadores de estados , além de outras autoridades que atuam em várias outras instituições públicas como exemplo do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Supremo Tribunal de Justiça (STJ); precisa urgentemente ter fim. Acabar com esta impunidade é o maior anseio na atualidade da sociedade brasileira. O fim do foro privilegiado acaba ainda com esta série de polêmicas entre os poderes constituídos que ficam gastando horas, semanas de debate, reuniões e sessões desgastantes sem chegar a um objetivo final primordial. Ou seja, levar de vez para a prisão muitos mafiosos e corruptos que roubam bilhões dos cofres públicos deste país e ficam impunes diante a prática ilícita de inúmeros crimes desta organização criminosa que há décadas vem prejudicando o povo brasileiro.

 

A Constituição Brasileira de 1988 deixou brechas para dar prosseguimentos de cobertura aos criminosos e mafiosos onde muitos ajudaram a elaborar esta constituição que gera ainda uma vasta dúvida sobre muitas das leis elaboradas naquela época. A sociedade brasileira certamente em sua grande e absoluta maioria almeja o fim do foro privilegiado. O paraíso para mafiosos e corruptos tem que acabar e o mais rápido possível. Chega de sacanagem de políticos corruptos e mafiosos, quadrilheiros especialistas em roubar os cofres públicos e desta forma, causar danos irreparáveis para milhões de cidadãos deste país. Seja na Saúde; Educação; Segurança Pública; Infraestruturas (obras que nunca chegam serrem concluídas e consomem bilhões de reais); etc.

 

O fim do foro privilegiado tem que ocorrer o mais breve neste país. Se a classe política em sua maioria não demonstra interesse em acabar com o foro privilegiado é porque há algo estranho neste meio político e que comprova que a lei não é igual para todos os cidadãos do Brasil. Elaborar legislação para proteger-se é causar imoralidade; imparcialidade e sobretudo; provocar diretamente danos moral; danos financeiros incalculáveis à Nação brasileira e ao povo brasileiro e também manter um protecionismo corporativo tanto da classe política quanto aos demais alcançados pelo foro privilegiado. Trata-se de uma das maiores e vergonhosas leis criadas pelo Congresso Nacional e Câmara Federal do Brasil.

 

É necessário que especialmente o eleitorado brasileiro nestas próximas eleições detenha-se com maior observação e responsabilidade ao votar; analisar muito bem antes da eleição em quem poderá eventualmente vir a receber o voto do eleitor. Se o futuro candidato nas eleições de 2018 não tiver propostas bem fundamentadas para atuar no mandato e ou estar suspeito de ser vinculado a organizações criminosas partidárias e também fora de partidos, jamais poderá receber o voto do eleitor consciente e responsável com a construção de um novo país onde se busca consolidar uma justiça plena, igualitária de direitos e deveres de todos os cidadãos deste país. Portanto, é instante da sociedade brasileira rumar para mudanças profundas e não somente esperar que estas profundas mudanças venha originárias tão somente da classe política em si.

 

A continuar o perfil majoritário do atual quadro representativo político nacional, onde centenas de políticos respondem processos na Justiça por corrupção e outros atos ilícitos; o Brasil não alcançará os avanços urgentes e necessários. Aliás, infelizmente o quadro representativo político brasileiro é como um espelho que reflete certamente um bocado de eleitores igualmente corruptos e mafiosos e que de uma forma ou outra possuem interesses semelhantes aos políticos corruptos e mafiosos pelos quais depositou o voto para representá-lo seja no executivo ou legislativo. Naturalmente, muitos dos eleitores foram enganados por políticos corruptos e mafiosos e que certamente daqui em diante não haverão de obter novamente o voto do eleitor que teve sua fé depositada quando do voto manifestado.

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