Segunda-Feira, 28 de Maio de 2018
Populismo e autoritarismo tem que acabar já
Por João A. Godoy
20/01/2018 | 15:10
Postado por: Destaque Catarina
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O mundo de hoje já não cabe mais o populismo nem o autoritarismo e quanto mais os dois juntos sendo praticados. A humanidade vem sofrendo os efeitos de ações populistas de governantes juntamente acompanhadas de tom autoritário. Vejamos como demonstram alguns líderes a exemplo do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, ofendendo de forma cruel povos de outras nações denominando-s de " merda "; além de expor opiniões racistas e discriminatórias. Assim como Trump, há dirigentes de nações como da Venezuela; Cuba e da Coreia do Norte.

 

Isto sem falar de alguns países africanos onde imperam governos também autoritários e ditatoriais. E no Brasil, não é muito diferente apesar de estarmos num regime democrático. Ocorre que por detrás desta fachada de democracia impera um poder capaz de levar a grande maioria da população à miséria como se viu nestas últimas décadas. Uma roubalheira sem dimensões do dinheiro público. Tão somente há cerca de uns 16 anos atrás começou ser desvendado esta roubalheira bilionária de forma mais explícita e vergonhosa para com o país.

 

Nunca uma nação foi saqueada, dilapidada de forma tão abrupta por quadrilhas de políticos em conluio com outros agentes de comum interesses a fim de roubar centenas de bilhões do povo deste país. A par desta roubalheira se vê no Brasil um descalabro com cobranças elevadas de taxas de juros e serviços bancários; bancos oficiais sendo arrombados por quadrilhas organizadas sob indicações políticas para fortalecer a estrutura de poder e manutenção deste poder político-administrativo. Além disto, o populismo e autoritarismo no Brasil apresenta-se de forma escancarada em discursos e práticas políticas com foi com vários líderes de diversos partidos políticos deste país. No discurso uma coisa. Na prática outra bem diferente.

 

Vejamos como foi os mais recentes capítulos da política no Brasil. Antes de assumir a primeira gestão de governo o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), criticava de forma ferrenha os juros dos bancos por serem elevados demais e que deveria ser combatido assim como deveria ser combatia a corrupção no país. Entretanto, os bancos continuaram a ganhar mais e mais em sua gestão de governo e na continuidade com Dilma Rousseff (PT) e agora com o atual Michel Temer (MDB), aliado destes dois governos anteriores. Os seguidos aumentos de preços dos combustíveis, gás de cozinha; energia elétrica e de outras tarifas e tributos além de taxas públicas sofreram substanciais aumentos de percentuais.

 

E o povo por outro lado sofrendo as consequências disto pela falta de maior qualidade e melhoria dos serviços nas áreas da Saúde; Segurança Pública; geração de Emprego e Renda;falta do saneamento básico, Educação; enfim; precariedade dos serviços públicos foram somente aumentando ano a ano. A maioria dos municípios e estados fragilizados sem poderem sequer pagar salários de servidores em dia. Tudo isto graças à má gestão administrativa diante da incompetência de gestores públicos. Incompetência esta que não faltou para praticarem roubos bilionário nos cofres públicos em vários municípios, estados e até na esfera de governo federal.

 

As centenas de escândalos e milhares de investigações realizadas pela Polícia Federal; GAECO e Ministério Público Federal ao longo especialmente destes últimos 40 anos demonstram plenamente esta triste realidade. Ou seja, o Brasil foi e continua ainda sendo saqueado por mafiosos, quadrilhas que estão e continuam querendo manter-se no poder político e administrativo deste país. O populismo e autoritarismo ainda hoje manifestados por alguns pseudo líderes políticos como da senadora e presidente nacional do PT Gleise Hoffmann, investigada na Operação Lava Jato e que diante do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), através do TRF-4, marcado para dia 24 de janeiro; destacou que a condenação e possível prisão de Lula (PT), haverá de morrer gente foi uma grave manifestação de desespero e despreparo para exercer uma função política dentro de um processo político democrático como é no Brasil.

 

Gleise Hoffmann (PT) mostra assim a linha de pensamento ideológico semelhante aos de líderes ditatoriais como Nicolás Maduro e de tantos outros líderes cruéis de regimes fascistas e ditatoriais. Daí, a decadência política estrutural do PT e de seus principais partidos aliados como do PMDB agora MDB;PP;PSD; PR;PCdoB;PTB;DEM;PDT; PTB;PSB;PROS;PRB e de outros partidos que compuseram estes governos recheados de corruptos e mafiosos envolvidos em vários escândalos de roubalheira do dinheiro público. E tem mais: O PSDB também não foge esta regra, pois foi oriundo do PMDB e com mesmos vícios e mazelas como demonstram casos onde o PSDB governo com principalmente em São Paulo.

 

Portanto, a faxina contra a corrupção e contra políticos populistas e com tom ditatorial, já não se fazem mais necessário ao Brasil e nem algum outro país do mundo. E mesmo que novos pretendentes ao cargo de Presidente do Brasil como é um dos casos com o deputado federal Jair Bolsonaro que igualmente faz um discurso discriminatório com um tom ditatorial, mas que na prática segue semelhantes práticas de outros políticos corruptos deste país. Bolsonaro é suspeito de praticar lavagem de dinheiro, empregar fantasmas no gabinete parlamentar; usar verbas públicas para custear gastos de viagens de pré-campanha política e tem faltado em mais de 70% das reuniões de comissão que ele faz parte na Câmara dos Deputados.

 

Utiliza verba pública de auxílio-moradia quando possui apartamento em Brasília (DF). As manifestações de Bolsonaro em vários assuntos de interesse nacional demonstram claramente que ele não é o político ideal para assumir um país como o Brasil nem agora nem nunca. Assim como foi com outros políticos que já não fazem mais parte da necessidade de atuação em prol deste país. exemplos ? José Sarney; Paulo Maluf; Fernando Collor; Eduardo Cunha; Sergio Cabral; Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho; Fernando Henrique Cardoso; Fernando Haddad; Luiz Inácio Lula da Silva; Geraldo Alkminn; Michel Temer; Rodrigo Maia e uma centena de outros políticos que juntos deixaram uma Nação como o Brasil neste caos em que as principais instituições estão convivendo com uma necessidade de renovação profunda estrutural, política e administrativa.

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