Quinta-feira, 29 de Outubro de 2020
Máfia no Brasil preocupada com provável candidatura de Sérgio Moro à Presidência da República
Por A. Godoy
31/07/2020 | 9:10
Postado por: Destaque Catarina
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Somente a máfia e quadrilhas, corruptos podem estarem preocupados com uma provável candidatura do ex-Juiz Federal e ex-Ministro da Justiça Sérgio Moro, o qual comandou por alguns anos a Força- Tarefa da Operação Lava- Jato, a qual culminou com o desbaratamento de várias quadrilhas do crime organizado que praticavam inúmeros atos ilícitos desde lavagem bilionárias de dinheiro; caixa 2 de campanhas eleitorais; pagamentos e recebimentos de propinas milionárias; falsidade ideológica; enfim; diversos crimes e que prejudicaram imensamente a grande maioria do povo brasileiro e, portanto, o Brasil.

 

Ao defender um período de espera de 8 anos para que um integrante do Ministério Público Federal (MPF), ou membro de outro escalão da Justiça brasileira deva esperar este período de quarentena de oito anos para poder disputar uma eleição é algo absurdo e que fere a democracia brasileira. Tolher, ou seja, proibir o direito de alguém poder participar de um processo de escolha representativa eleitoral e seja à quaisquer cidadão que não tenha praticado crime algum é algo assustador no Brasil. E é exatamente isto que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli almeja em querer 8 anos de prazo para impedir neste período que alguém que esteja atuando no Judiciário brasileiro; possa vir disputar uma eleição com voto direto do eleitor deste país. E o presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia (DEM), é simpático a esta ideia espúria, inaceitável de Dias Toffoli (STF).

 

Convenhamos: o Brasil e a sociedade deste país; possuem assuntos bem graves para tratar urgentemente como desde ao combate à pandemia da Covid-19 como também fazer com que os mafiosos, quadrilhas, corruptos que desviaram e que muitos certamente ainda continuam muitos deles desviando centenas de milhões dos cofres públicos e que já deveriam estarem permanecendo presos diante várias das investigações realizadas pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF).

 

Entretanto; concessões de habeas corpus e determinações de suspensão de investigações contra muitos destes criminosos; mostram algo estranho e suspeito de que poderiam estarem estas quadrilhas sendo acobertadas, liberadas por decisões monocráticas de alguns ministros do STF que concedem estes habeas corpus, facilitando a manutenção de que estes corruptos e integrantes de quadrilhas de ladrões do dinheiro público continuem soltos e convivendo em suas mansões sob o manto desta proteção criminosa, vergonhosa por parte de quem deveria ser rigorosos no combate à corrupção no Brasil. Querer impedir que mafiosos e corruptos sejam presos neste país, isto tem algo real em alguns casos como do recente relacionado a um ex- candidato á presidência da República investigado pela PF e pelo MPF e que a Justiça Federal em São Paulo acatou a denúncia.

 

Isto de suspender andamento de processo contra mafiosos parece sim ser legítimo no Brasil, mas impedir que um cidadão que possui iguais direitos democráticos de disputar uma eleição somente porque este cidadão integrou o Judiciário brasileiro; na visão do ministro e presidente do STF Dias Toffoli; não pode ocorrer em menos de 8 anos logo após haver deixado o cargo no Judiciário. Isto é algo que jamais o povo brasileiro poderá aceitar e nãos será um provável conluio dentro e fora do Congresso Nacional, em que mesmo que alguns prováveis mafiosos estejam receando que Sérgio Moro, possa vir disputar a eleição presidencial de 2022.

 

E o próprio deputado federal e presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia (DEM), com processos tramitando na esfera do Judiciário por suspeitas de corrupção e recebimentos de propinas; acabou também comungando com Dias Toffoli sobre esta questão do prazo de 8 anos. Um provável conluio estaria formado para impedir que Sergio Moro possa disputar a eleição presidencial de 2022. Mas, certamente, isto não vai acontecer o seu impedimento de participar deste processo eleitoral democrático e justo.

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