Terça-Feira, 01 de Dezembro de 2020
Paciência também tem limite e o limiar desta linha no Brasil está por um fio
Por A. Godoy
11/10/2020 | 18:25
Postado por: Destaque Catarina
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São inúmeros fatores em que no Brasil desde décadas vem promovendo uma abusiva avalanche de situações com que levam o Brasil e quando falo o Brasil, falo da grande maioria do povo deste país á perder a paciência diante tamanha envergadura da corrupção, dos desmandos dentro e fora dos três poderes: Executivo; Legislativo e do Judiciário brasileiro. Agora, mais recentemente alguns destes fatores abusivos à perca de paciência de boa parcela da população, se vê diante abusivas tentativas de acabarem com a maior operação investigatória contra a corrupção do mundo. Ou seja, a Operação Lava Jato.

 

E tem mais: a indicação por parte do presidente da república Jair Bolsonaro ao nomes de Kássio Nunes Marques, Juiz do TRF-1 do Piauí como sendo o substituto na vaga deixada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello , em que segundo o ministro do STF Marco Aurélio, ele Kássio " se " autoconcedeu " o " título pomposo " de desembargador, chega também a mostrar o quanto o Brasil está descarrilhado tanto nos aspectos políticos- administrativos quanto no âmbito de maior requisição de mudanças estruturais e de reformas administrativas em prol deste país.

 

E nesta semana também colocou mais água fria na fervura desta indicação de Bolsonaro ao STF quando a deputada estadual Janaína Paschoal, do PSL de São Paulo, cuja liderança ajudou eleger Bolsonaro presidente da República; destacou que a indicação de Kássio Nunes Marques ao STF é um " fator grave " e explicou os motivos como dentre eles o fato de ter além do apoio de Renan Calheiros (MDB-AL), também a questão do indicado à ministro do STF Kássio Nunes Marques, citar em sua tese de mestrado o apoio à legalização do aborto.

 

Mas não é somente estes assuntos que mexem com o Brasil. Preocupa vários temas como da pandemia do novo coronavírus Covid-19. O Brasil não está devidamente preparado para enfrentar esta pandemia da Covid 19 desde ao início da propagação dos contágios pelo país afora. O Governo Bolsonaro desde início subestimou o vírus chamando-o de " gripezinha ". deu no que deu. passados seis meses desta pandemia aqui no Brasil e já são mais de 150.000 mil óbitos pela doença e mais de 5.000.000 milhões de contágios - isto que a OMS - Organização Mundial de Saúde preconiza que para cada caso da Covid-19 exista pelo menos sete outros casos. Por ai se vê a dimensão desta pandemia não somente no Brasil, porém, em todo o restante do mundo. Num país em que o cargo de ministro de Saúde em plena pandemia grave como a desta da Covid-19 fica sem titular por cerca de três meses já se pode perceber a incompetência deste governo Bolsonaro. Aliás, em termos de incompetência política e administrativa o Brasil já vem de muito longas décadas prejudicado. Não é nenhuma novidade. A maioria do eleitorado deste país não aprendeu a votar. E certamente vai demorar décadas para ter este aprendizado, infelizmente.

 

Agora perto de mais uma eleição e municipais pelo Brasil afora, se vê cada discurso ridículo como a de um prefeito serrano catarinense que disputa a reeleição chegar a dizer publicamente de que não quer o uso de verba do Fundo Eleitoral para esta campanha. E outros vários políticos também começam mencionar mesma intenção do não uso do recurso do Fundo bilionário Eleitoral. E a justificativa chega ser hilária se não fosse real: ou seja, não querem recursos financeiros deste Fundo Eleitoral porque segundo o prefeito serrano " penso que na vida precisamos ser coerentes entre aquilo que falamos e aquilo que praticamos ". Ora, vejamos, somente agora, passados anos e anos, disputou eleição e venceu várias como á deputado estadual e à prefeitura e disputa a reeleição e tão somente agora, percebe que o uso de verba pública do Fundo Eleitoral é algo que não se deve praticar em termos de gastos em campanha eleitoral. É óbvio que grande parte do eleitorado já não é tão tolo assim. Por que não viu este fator bem antes, desde anos atrás de que gastar recursos milionários de um Fundo Eleitoral com uma totalidade de cerca de R$ 2, 6 bilhões para o país todo; e boa fatia acaba parando nas bases eleitorais por todo o país, seria agora " ser coerente ". Santa sabedoria !

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