Sábado, 23 de Janeiro de 2021
O efeito Trump no Brasil em 2022 já começou
26/11/2020 | 11:11
Postado por: Destaque Catarina
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Nem precisa ser um grande especialista em estratégias analíticas em políticas seja ela nacional ou internacional para detectar o que já se sabe e muito bem o que vem ocorrer no Brasil em 2022. Ou seja, a eleição presidencial onde são várias características que deverão influenciar diretamente na tomada de decisões tanto no campo político e partidário quanto por parte do eleitorado brasileiro - digo pelo menos da maioria do eleitorado brasileiro.

 

Assim como ocorreu nos Estados Unidos em que o mafioso; corrupto, sonegador de impostos e tributos além de racista; homofóbico, dentre outras nada convencionais caraterísticas de personalidade e também de mau caráter do presidente Donald Trump - que deixa o cargo em janeiro próximo; no Brasil; semelhanças também ocorrem em alguns aspectos especialmente no que tange à inércia governamental de Jair Bolsonaro. Bolsonaro assemelha-se a Trump em vários aspectos como desde ao negacionismo da gravidade da pandemia do novo coronavírus a que chamou como sendo uma " gripezinha " ( que já matou em seis meses mais de 170 mil pessoas no Brasil e infectou mais de 6 milhões de brasileiros), até à questão de negar que haja racismo no Brasil.

 

E 2022 será uma espécie de plebiscito ao governo Bolsonaro. O eleitorado irá às urnas aprovar ou rejeitar o governo Bolsonaro . Aliás, um desgoverno, pelo menos até agora na metade do mandato presidencial. Um ministério importante como o da Saúde que ficou em plena crise da pandemia da Covid-19 sem um ministro para conduzir os trabalhos de orientações e organização preventiva e de tratamento à milhares de pessoas doentes pelo contágio do coronavúrus, além de diversos tropeços de expressões vocabulares que o levaram à gerar polêmicas, inclusive, internacional tais como de negar que haja queimadas e destruição ambiental no Brasil e também de mostrar a incapacidade de diálogo com outros poderes constituídos ao ponto de ameaçar como o fez junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Jair Bolsonaro, o presidente da Nação Brasileira esquece que não está dentro de um quartel, porém, dentro de um território nacional que difere das diretrizes combativas como das Forças Armadas num combate de guerra. O Brasil vive ou pelo menos se imagina estar numa democracia - democracia que ainda infelizmente mais favorece mafiosos; poderosos e traficantes além de milícias como acabou ocorrendo com um dos maiores mafiosos e líder do tráfico internacional que foi solto por decisão monocrática de um ministro da Suprema Corte. Ministro este que foi indicado ao cargo pelo primo mafioso ex-presidente Fernando Collor de Mello. Este exemplo por si só já demonstra o quão o Brasil está nas mãos decisivas de supostos agentes corruptos e mafiosos.

 

Governos que vendem Medidas Provisórias (MPs); um país onde se comercializam decisões judiciárias para beneficiar mafiosos e corruptos, traficantes; enfim; corrupção ativa e passiva dentro das instituições governamentais e não-governamentais; projetos balizados sob base de condutas suspeitas em negociações igualmente suspeitas dentro dos legislativos municipais, estaduais e até federal. Estes alguns dos aspectos que somados juntos levarão maioria do eleitorado brasileiro analisar ao longo destes próximos meses se de fato o presidente da República Jair Bolsonaro - que junto com o Congresso Nacional nada mudaram para melhorar a realidade brasileira desde as questões sociais; econômicas; reformas amplas e profundas estruturais, bem como, da ausência de políticas públicas efetivas nas áreas da saúde; Economia; Educação; Habitação; Meio Ambiente; Desenvolvimento; Cultura e Esporte; Agricultura e Segurança Pública.

 

O Brasil segue a mesmice de sai governo entra governo e segue estagnado quando não dando um passo atrás em todos os aspectos que uma Nação, um povo não precisa infelizmente conviver - ou seja; incompetência política- administrativa não somente do governo Bolsonaro, porém, desde governos estaduais e municipais onde maioria deles seguem uma linha de gestão pública viciada naquilo que pelo menos já nas duas últimas eleições a grande maioria do eleitorado brasileiro sinalizou que chega, basta de safadezas, basta de negociatas, basta de corrupção e de más gestões públicas. Ou se muda a forma de se fazer política- administrativa, ou se muda os agentes quando na escolha durante uma eleição, seja ela municipais, estaduais e ou federal.

 

O Brasil em plena pandemia sob olhares de um governo pasmem - inerte diante das questões graves sociais e econômicas repudiáveis com tamanha dimensão abrupta do aumento abusivo de preços dos alimentos e dos combustíveis; onde também o setor de energia está fragilizado como exemplo do que ocorreu no Amapá, um país onde milhões de cidadãos pobres economicamente encontram enormes dificuldades para manter sobrevivência digna. São mais de 25 milhões de desempregados e outras dezenas de milhões vivendo no subemprego com míseros salários.

 

O governo brasileiro assim como o Congresso Nacional seguem a tradição de exercer uma política protecionista em que muitos políticos que já deveriam estar atrás das grades por atos ilícitos: ( corrupção; lavagem de dinheiro; formação de quadrilhas; fraudes licitatórias dentre outros atos criminosos e prejudiciais à população deste país),e onde muitos destes mafiosos ainda estão livres, soltos e até ocupando cargos públicos e liderando partidos políticos e sendo protegidos pela tal lei que garante imunidade parlamentar.

 

Cá entre nós: imunidade parlamentar ! E quem fez e aprovou tal benefício foram exatamente muitos dos corruptos e mafiosos para garantir auto proteção, benesses e assim continuarem destruindo uma Nação como a do Brasil. Ainda há tempo mesmo que ainda atrasado na busca do avanço e de soluções aos graves problemas deste país e decisão esta que cabe à cada cidadão de bem que vive neste país chamado Brasil. 2022 está próximo !

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