Sábado, 23 de Janeiro de 2021
Diferenças da ação da quadrilha do assalto ao Banco do Brasil com a da quadrilha do caso dos 200 respiradores em SC
05/12/2020 | 12:25
Postado por: Destaque Catarina
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Pois é: sim, existem algumas diferenças principais entre quadrilhas que assaltam agências bancárias no Brasil com as organizações criminosas, quadrilhas de corruptos e mafiosos que provocam rombos milionários e até bilionários dentro dos cofres públicos deste país chamado Brasil. E o estado de Santa Catarina nos parece haver alguns especialistas nestes aspectos de provocar rombos milionários nos cofres públicos. basta ver as inúmeras das investigações realizadas tanto pelas equipes da GAECO, DEIC; Polícias Civis e Militar e do Ministério Público seja estadual e ou federal no combate à corrupção e inúmeros atos ilícitos: lavagem de dinheiro; fraudes licitatórias; entre outros crimes.

 

A diferença por exemplo pegando apenas um dos casos mais recentes ocorridos em Santa Catarina, basta perceber que no caso do pagamento antecipado dos 200 respiradores pulmonares em que o governo de Santa Catarina sob a gestão de Carlos Moisés ( PSL), pagou em abril passado R$ 33 milhões à empresa fajuta Veigamed, do Rio de Janeiro, numa aquisição irregular, criminosa que levou à uma investigação e até prisões de algumas pessoas, mas que passados quase nove meses; sequer tanto a Polícia quanto a Justiça conseguiram fazer com que houvesse tanto definitivamente a prisão dos envolvidos no caso quanto ao retorno total dos R$ 33 milhões aos cofres públicos.

 

Mas, no caso do assalto ocorrido em Criciúma (SC), em que uma quadrilha com supostas 30 pessoas envolvidas naquele assalto à uma das agências locais do Banco do Brasil, imediatamente uma mega operação foi realizada visando a caça aos bandidos e tentar recuperar todo o montante certamente milionário levado pelos bandidos. E o mais incrível nisto tudo, foi a agilidade e rapidez com que em menos de três dias após o assalto em Criciúma, já estavam presos mais de 10 pessoas que supostamente tenham participado daquele assalto a agência do Banco do Brasil.

 

Diferenças entre os dois casos criminosos, ou seja, entre o pagamento aos 200 respiradores pulmonares, cujo pagamento à Veigamed realizado pelo governo do Estado e com recursos públicos- dinheiro do povo catarinense; e referente ao caso do assalto ao Banco do Brasil em Criciúma, são algumas diferenças distintas, mas que em ambos casos houve roubo de dinheiro por parte de quadrilha, bandidos. No caso específico dos 200 respiradores pulmonares de R$ 33 milhões de reais não entregues ao Governo de Santa Catarina, na qual a empresa Veigamed sequer entregara os aparelhos e tão pouco fez devolução dos R$ 33 milhões aos cofres públicos, a diferença com a do assalto na agência do Banco do Brasil em Criciúma, é de que no caso da ação dos bandidos no assalto em Criciúma; utilizaram desde potentes armas de fogo; bombas de explosivos e um forte aparato de apoio como já apontaram algumas linhas de investigação policial e que resultaram na cobertura da ação local onde foi feito este assalto da agência bancária em Criciúma.

 

No caso dos 200 respiradores pulmonares de R$ 33 milhões pagos antecipadamente à Veigamend ligada a uma quadrilha como apontaram investigações da DEIC e do MPSC; algumas semelhanças ao assalto da agência bancária em Criciúma. Uma delas foi a de que houve um aparato de interligações e contatos relacionados ao assunto dos respiradores pulmonares e que envolveu conforme apontaram as primeiras linhas investigatórias da DEIC e do MP, várias pessoas dentro e fora do governo do Estado. Não utilizaram explosivos, tão pouco armas de fogo nesta ação para o pagamento de R$ 33 milhões à empresa Veigamed. O crime no pagamento antecipado de R$ 33 milhões para adquirir 200 respiradores nunca entregues ao Governo de Santa Catarina; foi deferido por uma decisão - um canetaço governamental.

 

Alguém dentro do governo de Carlos Moisés da Silva (PSL), tinha que assumir a decisão de deferir tanto à aquisição quanto ao pagamento de R$ 33 milhões. Os recursos públicos de R$ 33 milhões saíram assim como que fulminantes dos cofres públicos numa semelhança como de um assalto a uma agência bancária em que bandidos, criminosos não deixaram rastros - pelo menos é o que parece no caso dos 200 respiradores diante da dificuldade de definir responsabilidades pelo saque de R$ 33 milhões dos cofres públicos ( um assalto aos cofres públicos ), quanto sobre a devolução destes R$ 33 milhões aos cofres públicos do governo do Estado de Santa Catarina. Ou a quadrilha de assaltantes da agência bancária do Banco do Brasil foram ou são inexperientes neste tipo de ação criminosa deixando alguns rastros ou são muito mas experientes quem está envolvido no crime do pagamento irresponsável de R$ 33 milhões para 200 aparelhos pulmonares e cuja grana não retornou em sua totalidade aos cofres públicos.

 

Alguém está ainda usufruindo de muito dinheiro envolvido neste pagamento por parte do governo de Carlos Moisés (PSL), e caberá tanto à polícia, seja ela estadual ou federal assim como também o Ministério Púbico do Estado de Santa Catarina dar esta resposta à sociedade catarinense e o mais breve possível. Ao contrário: quadrilhas de corruptos poderão continuar provocando danos aos cofres públicos em Santa Catarina. O risco, portanto, continua para possíveis novas ações de roubalheira do dinheiro público catarinense. Isto sim também é um grande assalto.

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