Terça-Feira, 30 de Novembro de 2021
Podridão nos porões da Igreja Católica e Evangélicas mostram riscos à perdição da fé
06/10/2021 | 11:43
Postado por: Destaque Catarina
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Basta rever alguns dos maiores escândalos cometidos por centenas de pastores e padres além de bispos de várias correntes religiosas desde da Igreja Católica até Evangélicas pelo Brasil e restante do mundo para que possamos analisar o quanto é imenso os riscos da perda da fé não em Cristo, em Deus em si, porém, na confiabilidade de quem deveria dar exemplos aos fiéis e que acabam provocando exatamente o contrário. Isto é: práticas inaceitáveis; práticas criminosas como das muitas já investigadas, apuradas em instâncias judiciais de vários países do mundo.

 

Os escândalos mais recentes por exemplo, incluem mais precisamente no Brasil e na França, além do Canadá. No Brasil; o caso sendo investigado de um religioso conhecido nacionalmente e sob suspeita de desvios financeiros em mais de R$ 10 bilhões de reais com compra de imóveis que incluem desde fazendas.

 

Outros casos são relacionados a vários pastores líderes evangélicos que possuem patrimônios bilionários e que devem centenas de milhões ao fisco, ao governo federal. Já, no Canadá, foi o caso da descoberta recente em que centenas de adolescentes indígenas acabaram sendo mortos em cerca de quase cem anos atrás e que foram enterrados sem que houvessem comunicados oficiais às autoridades e também às comunidades indígenas sobre as mortes dos jovens estudantes que frequentavam escolas sob o regime educacional religioso da Igreja Católica no Canadá. E para ilustrar a gravidade desta complexidade dos meandros criminosos praticados tanto pela Igreja católica quanto de outras Evangélicas pelo mundo, ocorreu nesta semana com a divulgação de documentos na França em que apontam em mais de 2.000 jovens daquele país que sofreram pedofilia.

 

Sobre este caso mais recente cometido por diversos religiosos do Clero na França ao longo de décadas; o Papa Francisco, manifestou-se indignado e remove o segredo pontifício para casos de pedofilia. A nova regra enfatiza o dever, a obrigação enfim de cooperar com a Justiça e proíbe explicitamente a imposição de silêncio às vítimas de violência sexual e de abusos por parte de representantes da Igreja. Esta iniciativa visa acabar de vez com o silêncio que pairou por décadas sobre os casos de abusos sexuais e que casos denunciados serão encaminhados às autoridades civis como já acontece nos Estados Unidos. É a chamada Lei motu proprio - não afeta o segredo de confissão e que continua vigente para esse tipo de crime. As dioceses de cada país terá a obrigação de cooperar com as autoridades, cooperar com a Justiça sobre os processos de denúncias tanto em curso quanto aos requeridos pelas autoridades.

 

Outro aspecto diz respeito à aquisição, detenção e difusão de imagens pornográficas de menores de 18 anos por parte de um clérigo e que passam a ser consideradas pornografia - antes, a idade mínima era de 14 anos. O Papa Francisco chegou a ser acusado por um ex- alto funcionário do Vaticano de acusaçõesencobrir abusos sexuais, dizendo que Francisco conhecia as acusações de pedofilia contra o cardeal norte-americano Theodor McCarrick. Papa Francisco retirou de McCarrick, o posto de cardeal por essa e outra denúncia quando n o período do papa Bento XVI, um fato insólito da Igreja Católica desde 1928. McCarrick sempre negou os fatos ao Vaticano e à Justiça norte-americana. Portanto, o mundo religioso que preconiza a fé, o amor incondicional, a Justiça e a esperança, precisa de profunda reavaliação sobre os rumos contidos na ética e fé e prática Cristã.

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