Terça-Feira, 30 de Novembro de 2021
Está na hora de religiosos se colocarem no seu devido lugar e não se misturarem na política- partidária
Por A. Godoy
10/10/2021 | 17:57
Postado por: Destaque Catarina
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Está na hora instante de religiosos se colocarem no seu devido lugar, no seu devido papel religioso e não se misturarem na política- partidária no Brasil. Muitos religiosos de diversas religiões optam por ingressar na política- partidária. Assim; acabam esquecendo-se do principal papel que é o de pregar a fé diante dos fiéis. O sectarismo político-partidário somado ao fanatismo religioso, provocam desvios do caminho principal dos princípios religiosos, sejam principalmente por parte da Igreja Católica; Evangélicas e ou Pentecostais, Episcopais, dentre outras existentes no Brasil - um país onde a diversificação caracteriza-se pelo sincretismo. A Constituição Brasileira prevê plena liberdade de religião e a Igreja e o Estado em si; estão oficialmente separados, sendo o Brasil, portanto, um país laico. E mais ainda: a legislação brasileira estabelece proíbe qualquer tipo de intolerância, sendo a prática religiosa geralmente livre no Brasil.

 

O que se vê no meio político brasileiro é uma disputa política e partidária com a influência de muitos representantes líderes religiosos em que acaba atingindo de forma prejudicial o aspecto do encontro maior de soluções dos graves problemas sociais e econômicos. O que se vê são disputas por cargos políticos seja dentro do governo e ou junto a outros órgãos ligados a governos ( federal, estaduais e municipais ); bem como; disputas por indicações como das recentes que vem ocorrendo para indicação do novo ministro para compor O Supremo Tribunal Federal (STF), em que a chamada " bancada Evangélica ) que atua no Congresso Nacional; que é ligada ao presidente Jair Bolsonaro - chamada bancada bolsonarista composta por muitos políticos evangélicos e que interferem sobre quais indicações caberá ao STF.

 

Ora, vejamos: e quanto aos graves problemas sociais e econômicos como desde o desemprego; inflação absurda; corrupção avassaladora no país; a criminalidade que impera no país; os graves outros problemas na Saúde; Educação Meio Ambiente; Ciências e Tecnologia; enfim; sobre estes problemas que afetam milhões de pessoas, principalmente as famílias pobres - nisto não se vê religiosos que atuam no meio político- partidário preocupados em solucionar?

 

Mas, falar, pregar quando sobra um tempinho das atividades políticas, aí restam sobretudo; pregar à necessidade de arrecadar mais dinheiro dos já miseráveis que creem que um Salvador será capaz de solucionar os imensos problemas de milhões de pessoas. Aliás, os primeiros beneficiados pelos tais " milagres " são muitos dos líderes religiosos, especialmente daqueles com milhões de reais e até milhões de dólares em suas contas pessoais, particulares, incluindo até em paraísos fiscais como apontadas em muitas das investigações não somente no Brasil, porém, na África e em outros países do mundo. Portanto, política- partidária de um lado, de outro a atuação religiosa. Se é possível fazer sim a política fora da vida partidária. basta pregar a consciência da responsabilidade, ética, retidão, fé, amor , educação e respeito ao próximo !

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