Segunda-Feira, 01 de Junho de 2020
Reverenda Jane assume interinamente A Cultura no governo Bolsonaro até retorno de Regina Duarte da Índia
Reverenda Jane que apoiou Bolosnaro e Roberto Alvim assume pasta da Cultura do governo Bolsonaro até o retorno de Regina Duarte da Índia
23/01/2020 | 18:43
Postado por: Destaque Catarina
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A Reverenda evangélica Janicia Ribeiro da Silva , mais conhecida como Jane Silva; que preside a Associação Cristã de Homens e Mulheres de Negócio fundada em 1996, assumiu interinamente a Secretaria Especial de Cultura ( que deverá transformar-se em Ministério ), no governo de Jair Bolsonaro. A Reverenda Jane Silva assume o cargo até ao retorno de Regina Duarte que está em viagem à Índia até na próxima semana quando retorna ao Brasil para assumir o cargo da Cultura no governo Bolsonaro. Regina Duarte permaneceu dois dias durante esta semana em Brasília (DF), teve reuniões na Secretaria de Cultura antes de almoçar com o presidente da República Jair Bolsonaro.

 

A Reverenda Janicia Ribeiro Silva, chegou a ser sócia de uma agência de Viagens JS Publicidade e Viagens Ltda, que não está mais em atividades. E vale destacar que a secretaria de Cultura do governo Bolsonaro lançou edital na quinta-feira (23), onde proíbe bandas que toquem Rock ter, portanto, participação neste edital da Cultura. Janicia Ribeiro Silva ( Jane Silva ), apoiou Jair Bolsonaro à chegar ao cargo presidencial e também deu apoio para o ex- secretário simpatizante do regime nazista Roberto Alvim que caiu dias atrás por manifestar-se ao regime nazista.

 

Parece que o sistema nazista persiste em querer vingar no governo Bolsonaro

Ou seja, aos poucos, gradativamente ressurge no Brasil o relançamento do AI-5 que na época da ditadura militar renegou aspectos tanto religiosos quanto culturais e políticos, com repressões e até prisões dentro de um regime não igualitário de direitos e ou deveres, mas sobretudo restringindo as manifestações culturais e até de expressão dos cidadãos que vivem no país durante aquele período. O Brasil retorna de maneira superficial ao mesmo sistema de proibições e principalmente atingindo em cheio a cultura que foi nesta área em que o regime de Adolfo Hitler intensificou sua política avassaladora de matança de judeus e de outras etnias que defendiam plenitude da liberdade.

 

O governo Bolsonaro de maneira estratégica utiliza em alguns cargos de seu governo especialistas em defender política centralizadora e manipuladora onde a esfera religiosa é a principal linha desta divisão política de idealismo religioso assim como ocorrera na Alemanha durante o regime de Hitler em que milhões de Judeus foram parar nas câmeras de gases quando não assassinados por outros métodos cruéis. E a começar pela cultura no Brasil sofrendo revezes prejudiciais como a deste edital que traz tom de proibições, realmente mostra que o governo Bolsonaro possui dentro simpatizantes de outros aspectos distantes verdadeiramente da pluralidade cultural tão rica como é nossa Nação - o Brasil.

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