Sábado, 16 de Dezembro de 2017
Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina sob suspeita de gastos milionários
Ministério Público de Contas aguarda análise do Tribunal de Contas (TCE/SC), sob representação que investiga gastos milionários da ALESC
19/10/2017 | 22:55
Postado por: Destaque Catarina
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E a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina - Alesc, volta a ser novamente suspeita de gastos milionários. Desta vez refere-se a um contrato milionário que inicialmente foi de RS 16 milhões e já ultrapassa a faixa de R$ 30 milhões. Ou seja, o dobro do valor inicial orçado e que após 18 aditivos firmados entre a Alesc e a empresa Ondrepsb - que possui dois contratos com a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, sendo um deles ainda e vigor celebrado no dia 04 de outubro deste ano.

 

O outro contrato que teve cinco aditivos encerra-se no dia 31 de dezembro próximo e totaliza RS 12 milhões. Há suspeitas nestes contratos e que estão sendo investigados pela Justiça. O Ministério Público de Contas do Estado de Santa Catarina, destacou conforme matéria divulgada pelo Diário Catarinense na edição desta última quinta-feira,19, que o edital estaria direcionado para a empresa Ondrepsb. Existem possibilidades de anulação destes contratos.

 

Agora surge nova polêmica na Alesc referente ao contrato de quatro ascensoristas por meio de licitação onde o custo individual mensal é de R$ 6.265,47, sendo que o piso salarial da categoria de acordo com o Sindicato da Habitação de Santa Catarina ( Secovi-SC), é de R$ 1.232,00 e as quantias de R$ 6.265,47 serão pagas à vencedora da licitação, ou seja, à empresa Ondrepsb. Os quatro ascensoristas vão custar aos cofres públicos de Santa Catarina cerca de R$ 300 mil ao ano.

 

Há, entretanto de ressaltar que os contratos públicos firmados com setor privado encarecem o serviço público diante dos encargos trabalhistas, porém, face a diferenças muito grande merecem serem apurados devidamente como exemplo ao que o Ministério Público de Contas de Santa Catarina vem realizando neste caso entre a Alesc e a Ondrepsb. A Alesc já foi alvo de investigações recentes quando de supostos servidores fantasmas e marajás recebendo altos salários - tudo com dinheiro público, dinheiro do contribuinte catarinense.

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