Terça-Feira, 11 de Dezembro de 2018
Mafiosos no Brasil a cada dia que passa vão indo parar na prisão
Ritmo de prisões de mafiosos no Brasil aumenta cada dia que passa. Mais um senador é condenado a prisão pelo SFT
28/02/2018 | 9:00
Postado por: Destaque Catarina
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São centenas, talvez milhares de corruptos e mafiosos que atuam no Brasil e que a cada dia que passa paulatinamente estão indo parar na prisão. Outros aguardam retorno para a prisão de onde foram parar e que tiveram decisão momentânea da Justiça Federal - leia-se STF - Supremo Tribunal Federal em que decidiu monocraticamente através de um dos ministros favoráveis à prisão domiciliar de alguns mafiosos e corruptos que de forma criminosa, ilícita arrancaram centenas de bilhões dos cofres públicos em todo o país, especialmente no Rio de Janeiro; São Paulo; além de outros estados e cidade do país.

 

O Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na terça-feira (27) condenar à prisão o senador Acir Gurgacz (PDT), por corrupção. O STF condenou Acir Gurgacz a quatro anos e meio de prisão. E o ex-presidente do CRE - Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo; José Eduardo de Paula Alonso teve prisão decretada de 13 anos devido a prática de corrupção e desvios de mais de R$ 516 milhões para campanhas políticas de aliados, segundo investigações da Polícia Federa e do Ministério Público Federal.

 

E quem vai sendo beneficiado momentaneamente por decisões muito estranhas por parte da procuradora Geral da República Raquel Dodge em que decidiu contrariamente ao que a Polícia Federal havia determinado em relação ao presidente da República, o mafioso e líder de quadrilha como está em delações premiadas na Justiça Federal Michel Temer - x-PMDB e atual MDB; em que Dodge não autorizou a quebra de sigilo de Michel Temer. Aliás, sigilo igualmente com a atitude quando da visita fora de agenda realizada pelo diretor da Polícia Federal Segóvia ao presidente Michel Temer em plena calada da noite e cujo assunto nunca foi plenamente revelado sobre o que trataram ambos neste encontro.

 

Tato a Polícia Federal quanto o Ministério Público Federal investigam o presidente Temer (MDB) e estranhamente um diretor da PF de alto escalão nomeado e indicado ao cargo por José Sarney e Michel Temer (MDB), vai encontra-se com Temer e em seguida acabou manifestando opiniões que imediatamente teve repulsa dentro da própria PF e do MPF.

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