Sábado, 20 de Julho de 2019
Banco BTG Pactual que tem como sócio majoritário preso na Lava Jato adquire editora Abril da Veja e Exame dentre outras
Editora Abril com dívida de R$ 1,6 bilhão é vendida ao Banco BTG Pactual do banqueiro André Esteves - preso na Lava Jato
10/07/2019 | 10:54
Postado por: Destaque Catarina
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O controle da Editora Abril das revistas veja e Exame dentre outras seis publicações passou para o Banco BTG Pactual, do sócio majoritário banqueiro André Esteves - que chegou ser preso na Operação Lava Jato em 2015 juntamente com o ex-senador Delcídio do Amaral; o chefe de gabinete de Delcídio; Diogo Rodrigues; e o advogado Edson Ribeiro, que fazia a defesa do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Todos haviam sido presos pela Operação Lava Jato em novembro de 2017; acusados de atrapalharem as investigações da Operação Lava Jato. A Polícia Federal durante investigações detectou oferta de dinheiro ao filho de Nestor Cerveró a fim de que não prestasse delação premiada ao Ministério Público Federal. A Procuradoria Geral da República (PGR), na época ofereceu denúncia aos quatro mafiosos e corruptos.

 

Diante desta negociação entre o principal sócio do banco BTG Pactual em que o ex-ministro de Justiça Nelson Jobim é um dos diretores; teme-se de que daqui em diante haja uma espécie de manipulação editorial que favoreça grupos mafiosos no país e que venham efetivamente com objetivo maior de atrapalhar investigações em andamento por parte da Lava Jato assim como fez recentemente o site "The Intercept Brasil ".
No final de 2015, o ministro do STF Teori Zavascki revogou a prisão preventiva de André Esteves, porém, mantendo os demais presos naquela operação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. Teori na época, alegou que o banqueiro André Esteves, foi denunciado exclusivamente por ser " financiador do esquema " criminoso e ilícito; embora o MPF Possua alusões sobre o envolvimento na prática de outros crimes, mas " não denunciado por eles ", assegurou na época Teori Zavascki.

 

Várias medidas foram aplicadas então a André Esteves tais como: devolver o passaporte à Polícia Federal; comunicar a Justiça Federal em caso de mudança de endereço; foi afastado de administrar empresas envolvidas nas investigações da PF e do MPF; presença quinzenal em juízo, etc. No Supremo Tribunal Federal (STF), votaram pela soltura de André Esteves, do Banco BTG Pactual os ministros Gilmar Mendes; Alexandre de Moraes; Dias Toffoli; Ricardo Lewandoswki e Marco Aurélio. Foram contrários à soltura de André Esteves os ministros Carmém Lúcia; Rosa Weber; Luíz Roberto Barroso e Edson Fachin. Uma provável ingerência do ex-ministro de Justiça Nelson Jobim que atua como diretor do Banco BTG Pactual junto a ministros que votaram pela soltura da prisão do banqueiro André Esteves, pode ter havido diante da proximidade e interesses do grupo que atua junto ao BTG Pactual, principalmente.

 

A estratégia de alguns grupos mafiosos no Brasil é fortalecer o campo de controle da mídia como parte das estratégias de controle das comunicações e direcionamentos editoriais que possam brecar e atrapalhas investigações daqui em diante com a Operação Lava Jato. Porém, contudo, o que se vê é exatamente ao contrário disto após a divulgação de supostos diálogos de procuradores da Justiça Federal como a de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, que agora se observa intensificações das operações investigatórias não somente por parte da Lava Jato, porém, contra grupos de organizações criminosas que atuam no tráfico internacional de drogas; comércio ilegal e fraudulentos de diversos produtos no mercado brasileiro, bem como; prisões já ocorrendo com pessoas ligadas aos atos ilícitos como ao que foi registrado na terça-feira (9), no Rio de Janeiro (RJ), em que a Polícia Federal e Ministério Público Federal, prenderam dois mafiosos ligados ao fugitivo e operador dos operadores de dólares no país; Dani Messer.

 

O filho do operador dos operadores de dólares no Brasil Dan Wolf Messer, já adiantou segundo informações à Justiça Federal a devolução de R$ 240 milhões de reais dos R$ 370 milhões que ainda faltam devolver à Justiça Federal. Vários imóveis e outros bens pertencentes a Dani Messer foram bloqueados pela Justiça Federal. A Operação lava Jato se fortalece a cada dia que passa e segundo informações, a determinação na esfera do Ministério Público é manter fortalecida este trabalho de combate a corrupção no país.

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