Terça-Feira, 30 de Novembro de 2021
STF decide reduzir pena ao mafioso e corrupto ex - deputado Geddel Viera Lima. Aumentar pena nunca, mas reduzir sempre
24/08/2021 | 14:16
Postado por: Destaque Catarina
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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu recentemente reduzir a pena de reclusão de 14 anos e 10 meses e 106 dias de multa para 13 anos e quatro meses ao mafioso e corrupto ex- ministro e ex- deputado federal Geddel Vieira Lima ( PMDB, atual MDB). O STF anulou a condenação de Geddel Vieira Lima por associação criminosa no caso sobre o bunker contendo R$ 51 milhões dentro de várias malas apreendidas pela Polícia Federal (PF), em um apartamento em Salvador (BA).

 

Dinheiro que segundo apurou as investigações realizadas pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), haviam sido desviados pelo mafioso e corrupto Geddel Vieira Lima em esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal. O jogo sujo mafioso no Brasil atinge mais do que o povo possa imaginar É imenso e volumoso o rombo nos cofres público no Brasil como apontaram e continuam apontando várias das investigações realizadas pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), que mesmos sob pressões de dentro e fora de governo, seja federal estaduais; continuam apurando casos de roubalheira do dinheiro público mesmo durante esta pandemia da Covid-19.

 

No caso específico desta decisão por parte do STF; mostra o quanto se beneficiam mafiosos e corruptos com decisões muitas vezes monocráticas por parte de alguns dos ministros tanto do STF quanto do STJ ; ou até mesmo por decisões colegiadas destas Cortes e que facilitam unicamente aos agentes mafiosos e corruptos que atuam no Brasil. Sobre este caso relacionado ao mafioso e corrupto ex- líder político do PMDB( MB), Geddel Vieira Lima e do irmão dele, o ex-deputado Lúcio Vieira Lima ( PMDB, atual MDB); - também preso pela PF; A PF havia encontrado nas investigações na casa de Marluce Quadros Vieira Lima, mãe do mafioso e corrupto Geddel, uma pasta contendo várias atas de reuniões do conselho da Caixa. Geddel Vieira Lima, foi vice-presidente de Pessoas Jurídicas do banco e participara de várias reuniões no período de 2011 a 2013.

 

Geddel teve acessos a informações confidenciais do conselho mesmo após ter deixado o cargo. Nessas reuniões foram discutidas e aprovadas concessões de créditos na ordem de R$ 28 bilhões. Dentre estes créditos concedidos na época da presença de Geddel na Caixa, agraciadas empresas tais como da J&F - dos irmãos Wesley e Joesley Batista, também alvos de investigações, porém, na Operação Lava Jato e que chegaram até serem presos pela PF e por decisão do MPF.

 

Os casos envolvendo atuações criminosas de desvios de recursos públicos, lavagem de dinheiro e que envolvem membros familiares como destes casos dos irmãos Geddel Vieira Lima e Lúcio Vieira Lima, além também dos empresários Joesley e Wesley Batista, bem como de muito outros casos relacionados à corrupção, lavagem de dinheiro; fraudes apontados em investigações da PF e do MPG; das equipes também da GAECO; onde estes casos sempre voltados à desvios milionários de recursos públicos ocorridos por exemplo nos estados do Amazonas; Pará; Maranhão; Bahia; Rio de Janeiro; Mato Grosso; São Paulo; Goiás; Tocantins; Roraima; Rondônia; Acre; demonstra da necessidade de uma rigorosa legislação ao combate ao crime organizado e desvios de dinheiro público no Brasil.

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