Sábado, 20 de Julho de 2019
Ministro Sérgio Moro fala na Câmara Federal em sessão tumultuada
Ministro da Justiça Sérgio Moro ( ex- coordenador da Operação Lava Jato ), esteve presente na Câmara Federal frente a três comissões legislativas
03/07/2019 | 10:03
Postado por: Destaque Catarina
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Em sessão de três comissões da Câmara Federal: Comissão de Constituição e Justiça; de Trabalho e Administração de Serviços Públicos além da comissão de Direitos Humanos e Minorias; o ministro da Justiça Sérgio Moro ( ex-coordenador da Operação Lava Jato); respondeu diversas perguntas de parlamentares integrantes destas comissões sobre a questão de vazamentos de diálogos entre procuradores de Justiça em que o site " The Intercept Brasil", divulgara no dia 10, pela primeira vez e outras partes destes supostos diálogos feitos de forma gradativa, a contas gotas em outros dias no decorrer de junho.

 

As investigações sobre atuação de algum hacker neste episódio vem sendo realizado pela Polícia Federal e também por autoridades nos Estados Unidos. O ministro de Justiça Sérgio Moro repudiou vários dos questionamentos como ao que foi levantado pelo deputado federal do Partido dos Trabalhadores (PT), Paulo Pimenta PT-RS), que citava o delator na Lava Jato Léo Pinheiro (ex-diretor da OAS e que está preso, mas que Pimenta citava como sendo indicado a cargo na Caixa Econômica Federal (CEF). Assim como este caso, outras citações também foram repudiadas elo ministro Sérgio Moro que nesta sessão da Câmara Federal recebera inúmeros elogios como ao do deputado federal Chrisóstomo (PSL-RO), destacando a atuação de Moro especialmente quando dos trabalhos ao longo da Operação Lava Jato.

 

Operação investigatória esta maior do gênero em todo o mundo em termos de descoberta de roubalheira do dinheiro público brasileiro por quadrilhas e organizações criminosas - a máfia em si, cuja parte deste montante bilionário vem sendo devolvido aos cofres públicos, mas que há ainda muito a ser investigado e ampliada estas investigações dentro e fora do Brasil a fim de levar à prisão diversos criminosos. Sobre os supostos diálogos divulgados pelo site "Intercept Brasil "; Moro destacou que primeiro tem que apurar a autenticidade e é o que vem sendo investigado.


Jornalismo investigativo mostra a força e poder e que deixa estruturas mafiosas preocupadas

A Justiça Federal brasileira requereu na terça-feira (2), a quebra de sigilo fiscal; telefônico e financeiro de Glenn Greenwald - do principal dono do "The Intercept Brasil". Outras linhas investigatorias dentro e fora do Brasil estão em andamento a fim de detectar qual autoria de interceptação de diálogo como se menciona pelo site " The Intercept Brasil ". ONU e OEA se manifestaram dias atrás contra os ataques que Gleen Greewald vem sofrendo de autoridades brasileira. O relator especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos para a Promoção e Proteção do Direito à Liberdade de Opinião e Expressão David Kaye, emitiram comunicado informando ao mundo inteiro que o jornalista Green Greenwald vem sofrendo ameaças, desqualificações por parte das autoridades e intimidações recebidas tanto pelo jornalista quanto pelo site investigativo " The Intercept Brasil ".

 

A Constituição brasileira permite manter sigilo de fonte absoluta especialmente no jornalismo. O abalo de estruturas mafiosas diante de amplitude que possam gerar informações de alto poder de revelações de ocorrências prejudiciais ao povo, seja em qualquer país; deixa realmente setores da sociedade públicas e civil organizada em parte preocupada, face ao que ainda poderá eventualmente ser revelada a exemplo do que ocorreu neste episódio envolvendo supostos diálogos entre alguns dos procuradores da Operação lava Jato. Fica também claro neste caso uma suposta tentativa de prejudicar as investigações que vem sendo realizadas pela Operação Lava Jato contra mafiosos que agem dentro e fora do Brasil. Há certamente ainda muitos mafiosos sendo literalmente caçados pela Polícia Federal tão logo seja determinada pelo Ministério Público Federal a prisão destes corruptos e mafiosos ainda soltos agindo nos desmandos financeiros dos cofres públicos brasileiro.

 

Colocar bandidos de vítimas e quem age e luta contra a corrupção; invertendo os agentes não é o caminho das soluções dos graves problemas sociais, econômicos e estruturais que o Brasil enfrenta há décadas. Tanto mafiosos, corruptos que atuam dentro de estruturas do Estado e na iniciativa privada; precisam ser sim levados à Justiça e condenados à prisão pelo atos ilícitos praticados.

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