Segunda-Feira, 21 de Outubro de 2019
STF; STJ; Bolsonaro (PSL), Alcolumbre (Senado) e Maia (Câmara Federal), estariam em conluio pró - máfia no Brasil ?
Engavetamentos; subtração de trechos em delações; demora em pautar julgamentos; concessões de habeas corpus à mafiosos mostram algo estranho no STF;STJ;Governo Federal; Senado e Câmara
17/09/2019 | 21:30
Postado por: Destaque Catarina
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A situação é grave no âmbito interno do Supremo Tribunal Federal (STF). no Supremo Tribunal de Justiça (STJ); na esfera do Governo Federal sob comando de Jair Bolsonaro (PSL); e por parte inclusive do presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre (DEM-AP) e do presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia (DEM-RJ).
 
 
Tão grave a realidade nestes poderes constituídos que há uma enorme divergência interna em cuja realidade já é demonstrada publicamente quando chega-se ao ponto de haver cobranças internas como as mais recentes por exemplo em que o ministro relator da Lava Jato Edson Fachin cobra do presidente do STF Dias Tofolli que julgue a delação dos mafiosos e corruptos donos da empresa JBS , os irmãos Joesley e Wesley Batista, cujos prejuízos aos cofres públicos atingem cifras bilionárias.
 
 
Fachin também reclamou da ex- Procuradora Geral da República (PGR) Raquel Dodge, sobre o não envio ao STF de trechos de delação do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro; do senador Renan Calheiros; do ex-ministro de Minas e Energia Edson lobão, dentre outros desta delação de Pinheiro (OAS).
 
 
 
Brasil sofre diante das mazelas nas instituições que deveriam promover Justiça e combater corrupção
 
E o ministro do STF Ricardo Lewandowski disse na terça-feira (17), que se o plenário do STF demorar ele mesmo pode decidir sobre anulações da Lava Jato. Enfim; literalmente a temperatura dentro destas instituições como do STF; STJ; Senado e Câmara Federal, além do TCU - Tribunal de Contas da União e no centro do governo Jair Bolsonaro (PSL), o clima é altamente quente em se tratando de definir o que é mais importante para a Nação Brasileira: ou estancar a corrupção ou pelo contrário; proporcionar protecionismo escancarado como vem ocorrendo sem nenhum mínimo de ética e de respeito à mais de200 milhões de cidadãos que vivem neste país chamado Brasil.
 
 
As redes de terminais de ligações mafiosas no Brasil são extensas e extremamente danosas ao povo brasileiro que sente a falta de investimentos e soluções nas áreas da Saúde; Educação; geração de Emprego e Renda; Desenvolvimento Social e Econômico Sustentável; habitação; agricultura; saneamento básico; cultura, esporte e lazer.
 
 
 
Veja maus exemplos de entraves e estratégias de evitar combate a corrupção no país
 
Há uma demonstração de  uma espécie de acordo, conchavo, enfim; tentativas de obstrução de investigações à corrupção por parte tanto do presidente Jair Bolsonaro (PSL); presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre (DEM-AP); presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia (DEM-RJ); do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Tofolli e dentre outros integrantes suspeitos de corrupção dentro do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal de Contas da União (TCU). Por parte do presidente Jair Bolsonaro (PSL);  o desmonte iniciado na Receita Federal, que fez com que auditores fiscais perdessem parte do poder investigatório e que atinge  assim o centro de controle por parte do governo Bolsonaro (PSL);  possíveis acobertamentos de esquemas criminosos financeiros como de lavagem de dinheiro.
 
 
Assim como ocorreu também com as mudanças no Coaf - órgão responsável pelo controle de movimentações financeiras no país e que também teve mudança de eixo do comando por parte de Bolsonaro sob pressão externa oriunda de membros supostamente envolvidos em corrupção e lavagem de dinheiro. Outro aspecto diz respeito  a questão do controle sobre a Polícia Federa; l deixando de que a PF esteja numa independência como vinha atuando em sua trajetória de longos anos combatendo a corrupção; lavagem de dinheiro e outro graves crimes contra o povo e desta forma contra os interesses do país. As mútuas tentativas de criminalizar a Operação Lava Jato também é um fato concreto, mas que sobretudo; diante da pressão popular se mantêm firme, apesar de pressões oriundas dentro do governo e fora do governo federal.
 
 
E mais ainda: a fragilização do ministro de Justiça Sergio Moro e que o governo Jair Bolsonaro (PSL), buscou isolá-lo sem que Moro pudesse agir mais rigorosamente como vinha atuando quando então um dos procuradores da República mais atuante ao lado de Dalagnoll e de toda uma equipe, inclusive daquela que deixou a PGR - Procuradoria Geral da República sob o comando recente de Raquel Dodge - tudo diante de posturas estranhas aos interesses do povo brasileiro como a de subtração de trecho da delação do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, dentre outras atitudes como a de demora no envio de processos contra vários mafiosos e corruptos para o Supremo Tribunal Federal (STF).
 
 
E tem ainda as concessões absurdas de habeas corpus ( h.c.) por parte do STF para muitas dezenas de mafiosos deste país. Palestras realizadas por alguns procuradores da República a preços acima de 30 e ou 50 mil reais também deixam dúvidas quanto à isenção, principalmente quando algumas destas palestras são feitas para empresas e instituições sob investigações de corrupção, lavagem de dinheiro e outras fraudes.
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