Terça-Feira, 01 de Dezembro de 2020
Advogado de Mariana Ferrer diz que " há provas acachapantes " e vai pedir anulação da sentença
06/11/2020 | 0:11
Postado por: Destaque Catarina
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Continua repercutindo em todo o país o caso envolvendo a influenciadora Mariana Ferrer que acusou o empresário André de Camargo Aranha de haver praticado estupro em dezembro de 2018, em Florianópolis (SC). O caso foi julgado pela Justiça através da 3a. vara Criminal de Florianópolis (SC); em uma audiência ocorrida em meados deste ano. Um vídeo divulgado pelo site jornalístico The Intercept Brasil; mostrou parte desta audiência em que o advogado Claudio Gastão da Rosa Filho, que prestou serviços de defesa do acusado empresário André de Camargo Aranha; utilizou algumas fotos de Mariana Ferrer para atacá-la e humilhá-la.

 

O juiz da 3a.Vara Criminal de Florianópolis, SC, Rudson Marcos, inocentou o empresário por falta de provas. Já, o advogado de defesa de Mariana Ferrer, Júlio Ferreira da Fonseca, garantiu que " há provas acachapantes " de que André de Camargo Aranha cometeu o crime de estupro e disse ainda que vai recorrer pedindo anulação da sentença. Entre as provas estão o exame de DNA feita em roupas íntimas de Mariana Ferrer, que mostra de que há material genético de Aranha. Há, também, o exame de corpo de delito, que comprova o rompimento do hímen da jovem e relação sexual. Outra prova é do depoimento de um motorista de UBER que levou a jovem para a casa dela e que disse que Mariana " estava em estado transtornado ". O advogado Fonseca criticou ainda o promotor de Justiça Thiago Carrico de Oliveira de que criou a teoria de que o crime foi " sem dolo ", ou seja, sem intenção. As informações são do portal UOL.

 

E o Ministério Público do Estado de Santa Catarina, divulgou uma nota oficial quarta-feira (04), em que destaca que " diante da grande repercussão " da divulgação da grande mídia e nas redes sociais, de um vídeo com imagens de audiência em julho deste ano, para apurar denuncia por crime de estupro em um beach club em Florianópolis, em dezembro de 2018, o Poder Judiciário de Santa Catarina vem a público manifestar sua contrariedade a qualquer forma de ofensa ou agressão às pessoas envolvidas no processo, bem como; à divulgação de imagens protegidas por segredo de justiça.

 

A sentença absolutória publicada em setembro está sujeita a revisão pelas instâncias superiores, de Se a apuração de eventual responsabilidade pela atuação do magistrado na audiência já está sendo realizada pelos órgãos competentes. O Poder Judiciário de Santa Catarina; reafirma sua longeva cultura de combater à violência contra a mulher e, inclusive, se destaca nacionalmente com o trabalho desenvolvido pela Coordenadoria da Mulher em situação de violência doméstica e familiar ( Cevid ), segundo informou o Núcleo de Comunicação Constitucional do PJSC.

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