Terça-Feira, 15 de Junho de 2021
Golpe de Bolsonaro estava pronto para decretar do Ato Inconstitucional - o AI-6, mas Forças Armadas repudiaram
Bolsonaro estava pronto para assinar o AI-6, mas Forças Armadas repudiaram e o Brasil resiste à nova ditadura militar
31/03/2021 | 10:37
Postado por: Destaque Catarina
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O Brasil resiste capenga diante profunda crise epidêmica do novo coronavírus Covid-19 com mais de 315.000 mortos pela doença e também resiste diante da fragilidade política- administrativa com que o Brasil atravessa. Oportunismo almejado pelo presidente da República Jair Bolsonaro ( sem partido ), neste início da semana; foi amplamente repudiado pelas Forças Armadas ( Exército; Marinha e Aeronáutica). Suspeita-se de que um decreto para instalar o Ato Inconstitucional - o AI-¨6 estava preparado para ser assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, mas que diante das resistências das Forças Armadas ( Exército; Marinha e Aeronáutica ), não encontrou eco nesta perspectiva do interesse do presidente da República Jair Bolsonaro. O resultado foi a entrega de comandos das três forças : Exército; Marinha e da Aeronáutica.


O resultado imediato foi a saída do ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva durante a segunda-feira (29) e na terça-feira (30), a entrega do cargos de comando do Exército; Marinha e da Aeronáutica. Edson Pujol deixou o comando do Exército; Ilques Barbosa ( Marinha ) e Antônio Carlos Moretti Bermudez ( Aeronáutica ). Está bem fundamentado manifestos internos dentro das Forças Armadas de que a política e influências partidárias dentro dos quartéis não devem ocorrer. A isenção das Forças Armadas e o propósito destas instituições devem manter-se fundamentadas no interesse maior que é relacionado à defesa do povo brasileiro como um todo. Ou seja, à defesa da Pátria; defesa da democracia e defesas dos poderes : Executivo; Legislativo e e Judiciário sem atacar a Constituição Federal. A substituição dos novos comandantes deverão ocorrer em seguida a saída dos três comandantes. A proximidade do presidente da república Jair Bolsonaro com vários políticos de diversas siglas partidárias que possuem diversos corruptos e mafiosos e que respondem a processos na esfera judiciária; preocupam alas militares que não desejam algum tipo de influência política e tão pouco partidária, principalmente militares que estão na ativa e que devem permanecerem isentos, neutros politicamente como é o caso em que defendeu sempre o General Pujol, do Exército e que deixou o comando na terça-feira (30).

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