Quarta-Feira, 20 de Outubro de 2021
STJ pede ao CNJ investigar 7 desembargadores e uma juíza do Rio de Janeiro. Motivo: pagamentos por decisões judiciais
24/08/2021 | 14:13
Postado por: Destaque Catarina
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O Supremo Tribunal de Justiça (STJ), pediu para que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), investigue sete desembargadores e uma juíza do Estado do Rio de Janeiro. Em depoimento ao MPF e à PF, o ex- presidente da Federação das Empresas de Transportes (FETRANSPOR) o Estado do Rio de Janeiro; José Carlo Lavouras; denunciou pagamentos milionários para 7 desembargadores que atuam no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro a fim de favorecimentos à decisões judiciais. Um outro ex- presidente também da FETRANSPORT, Lelis Teixeira; denunciou à Justiça pagamentos financeiros para a juíza Roseli Nalin, relacionado ao esquema semelhante de pagamento por decisões judiciais favorável à FETRANSPORT. A ministra do STJ Maria Thereza de Assis Moura determinou para que o CNJ investigue os sete desembargadores a também a juíza; ambos denunciados em delação ao Ministério Público Federal (MPF) e à Polícia Federal (PF).

 

Infelizmente no Brasil, nem o Judiciário escapa de escândalos de corrupção

Entre as vantagens indevidas estaria o pagamento de R$ 72 milhões supostamente paga ao desembargador do TJ do Rio de Janeiro Mário Guimarães Neto. Os outros seis desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJTR), denunciados por supostos pagamentos diante decisões judiciais são: Adriano Celso Guimarães; Cherubin Helcias Schwartz Junior; Guaraci Campos Vianna; Helda Lima Meireles; José Carlos Maldonado e Alcino de Azevedo Torres. Os processos contra os investigados denunciados em delação à Justiça por parte dos dois ex-dirigentes da FETRANSPORT do Rio de Janeiro; corre em segredo de justiça.

 

Segundo o jornal O Dia do Rio de Janeiro; o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro não quis se manifestar sobre o caso. Assim como no Rio de Janeiro onde uma máfia está instalada há décadas em áreas variadas desde política; privada, nem o Judiciário escapa de corrupção como a quem vem sendo investigada agora pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), sob determinação do Supremo Tribunal de Justiça (STJ). Em vários outros estados da federação como na Bahia, por exemplo, também vem sendo apurado esquemas criminosos relacionados à decisões judiciais.

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