Domingo, 15 de Setembro de 2019
Baderna nas principais capitais do Brasil
Baderneiros saem às ruas em protestos contra as reformas da Previdência e do Trabalho. Ônibus são incendiados e muitos tumultos
01/05/2017 | 3:47
Postado por: Destaque Catarina
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Os protestos ocorridos em diversas cidades brasileiras neste último dia 28, sexta-feira, gerou muitos tumultos onde manifestantes contra as reformas do Governo para a Previdência e trabalhista, aprovadas durante a semana pela Câmara Federal; proporcionaram nas principais capitais do país muitos tumultos.

 

Rodovias federais foram bloqueadas por algumas horas em vários trechos de diversos estados deste país; assim como houve registros de ônibus incendiados no Rio de Janeiro (RJ); São Paulo (SP), dentre outras cidades onde até o comércio e agências bancárias foram alvos dos vândalos. A polícia em várias cidades teve que reagir e prender diversas pessoas que praticaram danos ao patrimônio público.

 

Na China, corrupto é levado à pena de morte. No Brasil, corrupto raramente vai à prisão

Em Santa Catarina, muitas pichações em prédios públicos onde o alvo foi críticas ao Governo de Michel Temer (PMDB). Em Lages (SC), no Planalto Serrano Catarinense; vários colégios da Rede Estadual de Ensino sofreram pichações em muros e paredes de salas de aulas. A greve geral em todo o país, teve amplitude em vários segmentos de atividades públicas; especialmente com a rede de ensino e rede bancárias.

 

Interessante ressaltar que o Brasil atingiu 14,5 milhões de pessoas desempregadas e este fato deve-se muito à roubalheira das centenas de bilhões que muitos políticos mafiosos e corruptos junto a governantes igualmente mafiosos e corruptos; nestas manifestações sequer foram alvos dos protestos.

 

Ou seja, queimar ônibus; pichar paredes de prédios públicos e interditar rodovias são os tradicionais métodos que há anos manifestantes repetem neste país. Ao contrário da China; onde corrupto é levado á pena de morte e no Brasil; agora que se vê alguns mafiosos e corruptos sendo levados à prisão - por poucos meses e sendo soltos para novamente e provavelmente continuarem praticando os roubos milionários dos cofres públicos.

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