Segunda-Feira, 23 de Outubro de 2017
Pastor e ministro mafioso é denunciado por Joesley Batista, da JBS
Pastor da Igreja Universal e ministro no governo Temer (PMDB), mafioso Marcos Pereira (PRB), é denunciado por corrupção
11/10/2017 | 3:02
Postado por: Destaque Catarina
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Nem pastor escapa de ser denunciado por corrupção no esquema da Lava Jato. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Marcos Pereira (PRB), é denunciado pelo empresário igualmente mafioso e corrupto Joesley Batista (JBS). O empresário teria revelado à Justiça e para a Polícia Federal o pagamento de R$ 6 milhões em propina ao ministro mafioso e corrupto Marcos pereira (PRB). Na gravação em que a Revista Veja recentemente teve acesso e que foram entregues por Joesley Batista para a Procuradoria Geral da república (PGR), Joesley Batista afirmou categoricamente haver entregue R$ 6 milhões ao pastor da Igreja Universal e ministro no governo Michel Temer (PMDB), Marcos Pereia (PRB).

 

Na gravaçãoo ministro Marcos Pereira diz estar muito feliz no governo Michel Temer (PMDB). Joesley Batista disse ter entregado propina milionária ao ministro Marcos Pereira para obter empréstimo de R$ 2,7 bilhões na Caixa Econômica Federal -CEF durante o governo de Dilma Rousseff (PT). Naquele período, segundo Joesley Batista, ele foi procurado por Antônio Carlos Ferreira que era vice-presidente da CEF por indicação de Marcos Pereira (PRB) e que Ferreira orientara a falar com o pastor da Igreja Universal Marcos Pereira (PRB).

 

Joesley Batista e Marcos Pereira encontraram-se para "combinar o esquema ", segundo Joesley Batista à Revista Veja. A Caixa Econômica Federal liberaria os R$ 2,7 bilhões e o pastor mafioso e corrupto receberia os R$ 6 milhões combinados entre ambos. A gravação entregue pelo empresário da JBS Joesley Batista atinge também o mafioso e corrupto senador tucano Aécio Neves (PSDB). Na gravação entregue por Joesley à PGR e que a Revista Veja teve acesso, o executivo da JBS Ricardo Saud, conversaria com o primo de Aécio Neves (PSDB), o Frederico Pacheco de Medeiros (Fred), com relação às preocupações dos supostos pagamentos e forma de caixa 2 ao marqueteiro Paulo Vasconcellos e que comandara a campanha de Aécio neves (PSDB) à presidência em 2014.

 

Saud destacou que a JBS pagou R$ 12,3 milhões ao marqueteiro de Aécio Neves (PSDB). Houve emissão de notas fiscais em favor da JBS, mas sem que ocorresse serviços prestados. " Paguei doze milhões e trezentos mil para ele de nota. Não tenho nenhum serviço desse cara. Não tem nada, zero ", exclamou Ricardo Saud em diálogo gravado e já em poder da Justiça Federal.

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