Segunda-Feira, 18 de Fevereiro de 2019
Lava Jato : Mafioso ex- presidente da OAS Léo Pinheiro disse à PF e MPF que repassou dinheiro via caixa 2 para irmão do presidente do STF
Lava Jato: Ex-presidente da OAS, mafioso Léo Pinheiro disse ter entregue R$ 1,5 milhão ao irmão do presidente do STF via caixa 2
06/02/2019 | 18:31
Postado por: Destaque Catarina
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Em delação premiada à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal, o ex-presidente da empreiteira OAS Léo Pinheiro, mafioso e corrupto que está preso em Curitiba (PR), disse,segundo termo de delação revelado pelo Jornal Folha de S.Paulo desta semana que fez entrega de dinheiro em espécie no valor de R$ 1,5 milhão para o ex-prefeito de Marília (SP), José Ticiano ias Toffoli (PT) e que é irmão do atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli.

 

Lé Pinheiro não fez menção quaisquer ao nome do ministro do STF Dias Toffoli. Além do repasse de R$1,5 milhão via Caixa 2 para campanha política que elegera José Ticiano Dias Toffoli, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro destacou também que o sucessor de José Ticiano Dias Toffoli na prefeitura de Marília (SP), Vinicius Comarinha (PSB), exigiu propina para a OAS para conceder vantagens indevidas para a OAS; assim que assumisse o cargo de prefeito deste município.

 

A delação de Leo Pinheiro , ex- presidente da OAS faz parte de recente fase da Operação Lava jato. As ramificações de mafiosos e corruptos amplia a cada fase que avança os trabalhos da Lava Jato que já levou para a prisão centenas de corruptos e mafiosos, sendo que outras dezenas obtiveram habeas corpus concedidos pelo STF e pelo STJ - órgãos que possuem em seu interior supostos ministros aliados de organizações criminosas devido ao fato de estarem colocando em liberdade dezenas destes mafiosos e corruptos que saquearam cofres públicos aos bilhões.

 

Trabalho inicial de equipes policiais atuando sob pedidos do Ministério Público Federal com atuação conjunta da Polícia Federal, prendem estes corruptos e mafiosos após comprovações documentais de ato ilícitos, filmagens comprovando atos criminosos; quebra de sigilos bancários, fiscais e telefônicos que confirmam práticas e atos ilícitos e que após todo este conjunto somados a outros como das delações premiadas; muitos destes mafiosos e corrupto presos acabam sendo soltos da cadeia por decisões monocráticas de alguns ministros seja do STF ou do STJ. É O Brasil precisando avançar na faxina dentro do meio político, jurídico e privado.

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