Segunda-Feira, 01 de Junho de 2020
Crise fragiliza governo Bolsonaro com saída de Moro que disse : " Não estou à venda ", para deputada Zambelli (PSL/SP), que ofereceu apoio à Moro ir para STF
Moro desmonta discursos e acusações do presidente Bolsonaro. Moro provou com cópias de documentos sobre inquéritos em andamentos pelo STF
26/04/2020 | 18:48
Postado por: Destaque Catarina
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Moro não condicionou em nenhum momento querer trocar o diretor-geral da Polícia Federal para que Sérgio moro aceitasse indicação dele para em setembro assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal. " Prezada, não estou à venda ". O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido ) e eleito pelo PSL à presidência da República; já teria desde há muitos meses atrás querer trocar o diretor-geral da Polícia Federal (PF), diante de preocupações diante várias investigações que estão em andamento pela PF e pelo MPF que estão atingindo pessoas bem próximas ao do presidente Jair Bolsonaro. E trocar o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo - que foi indicação pessoal de Sérgio Moro quando assumiu o Ministério da Justiça sob a " Carta Branca " manifestada por Bolsonaro à Sérgio Moro, mas que agora, a tentativa de Bolsonaro atingir com gravidade o interesse em acessar e até tentar interferir nas informações e inquéritos que vem sendo realizados por vários inquéritos já em andamento pela Polícia Federal (PF). O respeito a independência, isenção destas investigações da PF são do âmbito exclusivo da PF e não cabe a nenhum presidente da República acessá-las.

 

As provas apresentadas pelo ex- Ministro da Justiça Sérgio Moro contra o presidente Jair Bolsonaro; abre forte caminho para que seja instalado um pedido de Impeachment do presidente da República Jair Bolsonaro. As mensagens trocadas entre o presidente Jair Bolsonaro pode serem consideradas crimes e o ex-ministro Sérgio Moro deverá ser requisitado à depor à pedido da procuradoria- Geral da República (PGR). O Congresso Nacional também deverá analisar o assunto envolvendo as denúncias do ex- Ministro da Justiça Sérgio Moro. A assinatura a revelia em decreto de saída do diretor-geral da PF Maurício Valeixo, quando houve a falsificação de assinatura de Sérgio Moro no documento é algo extremamente gravíssimo e coloca em dúvidas toda a administração pública federal. " Não assinei este documento ", reiterou Sérgio Moro.

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