Segunda-Feira, 01 de Junho de 2020
Vídeo da reunião ministerial liberado pelo STF revela absurdos como a de que a BAND pediu dinheiro à CEF, que terá agora dizer quem fez pedido
Vídeo da reunião ministerial liberado pelo STF traz absurdos como a de que a BAND pediu dinheiro à CEF que terá que dizer quem fez tal pedido
22/05/2020 | 23:02
Postado por: Destaque Catarina
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O ministro do Supremo Tribunal federal (STF), Celso de Mello, autorizou na sexta´- feira ( 22), a divulgação o vídeo sobre a reunião ministerial realizada no Palácio do Planalto no dia 22 de abril - véspera da saída do ministro da Justiça Sérgio Moro, em que o presidente da República Jair Bolsonaro ( sem partido ), teria manifestado interesse em trocar ocupantes desde o diretor geral da Polícia Federal e também da Polícia Federal no Rio de Janeiro.

 

Mas, o vídeo revela além de muitos assuntos desde área econômica e social, a de que levou o presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães ( ex-sócio do Banco de Investimentos Plural Brasil, no qual nesta reunião ministerial disse " ... gente da BAND pediram dinheiro ...". Foi suficiente para que na sexta-feira (22), dia em que foi autorizada pelo STF a liberação completa do vídeo desta reunião ministerial; para que o apresentador da BAND Luiz Datena, exigisse para que através da direção da BAND haja um pronunciamento do presidente da CEF para dizer quem "pediu dinheiro ". " Eu não fui e acredito que ninguém aqui da BAND tenha pedido dinheiro a não ser por parte da área comercial em se tratando de relações comerciais, mas mesmo assim o presidente da Caixa Econômica Federal Pedro Guimarães deixou dúbia interpretação naquele instante durante a reunião ministerial.

 

Agora, caberá ao presidente da CEF esclarecer o caso. Datena fez ligação telefônica direta ao presidente da CEF Pedro Guimarães ainda durante a apresentação de seu programa pela BAND na tarde de sexta-feira (22), mas o telefone de Pedro Guimarães continha segundo Datena uma mensagem dizendo que naquele momento não poderia atender.

 

Reunião em que Bolsonaro disse que trocaria ministro da Justiça

O recado foi mais do que direto ao ministro da Justiça na época Sérgio Moro, e que o presidente da República Jair Bolsonaro, disse que se necessário fosse trocaria desde o superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro ou até o ministro e seja qual fosse o ministro com exceção da Economia Paulo Guedes.

 

O recado de Bolsonaro foi suficiente para que então Sérgio Moro deixasse a pasta no dia seguinte a reunião ministerial. Reunião esta em que Bolsonaro não poupou palavrões desde ( F... da P...; passando por Fdr... entre outros palavrões impublicáveis ) e chamando ainda o governador de São Paulo João Dória (PSDB), de " bosta " e o do Rio de Janeiro Wilson Witzel (PSC) de " estrume " e foi mais além ao chamar a Imprensa de " Pulha " - termo que significa canalha.

 

E diante destas manifestações exacerbadas de Jair Bolsonaro foi com que Luiz Datena que tem quase que diariamente concedido espaços privilegiados tanto à Bolsonaro quanto ao presidente da CEF Pedro Guimarães, foi com que Datena reagiu defendendo a Imprensa brasileira que graças a profissionais idôneos, íntegros e responsáveis, éticos e corajosos com que o Brasil, o povo deste país teve conhecimento das ações mais espúrias; criminosas durante o regime de exceção e que levou também à prisão dois ex-presidentes da República. Graças ao papel da imprensa brasileira acompanhou também o Impeachment de um presidente. Imprensa brasileira que na sua plenitude tem o dever consagrado de defender os interesses do povo este país.

 

Imprensa é atacada do Bolsonaro, mas reação é imediata

Atuação tais como desde Diretas Já ; Movimento Pela Democracia no Brasil e a permanente luta pela defesa da transparência e respeito ao dinheiro público, bem como, defesa dos interesses da coletividade em todas as áreas desde a Saúde; Segurança Pública; Habitação; Educação; Emprego e Renda; Defesa do Meio Ambiente; reformas profundas ainda necessárias ao país, são entre outras prioridades ao povo deste país; o que mais a Imprensa tem defendido ao longo de décadas, destaca também o jornalista Agnaldo Godoy ( Juan Godoy ).

 

Não fosse a atuação da Imprensa investigatória, não haveria revelações como escândalos da roubalheira bilionária dos cofres públicos no Brasil desde ao Mensalão; Escândalo dos Correios; Lava jato; Zelotes e tantas outras abrangentes em praticamente em todos os ministérios de governos mafiosos e corruptos, bem como, em estados da federação e municípios por onde a corrupção permeia. E assim deverá continuar este papel responsável da Imprensa em prol de um Brasil mais justo.

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