Quarta-Feira, 30 de Setembro de 2020
PF prende mafiosos que deram prejuízos de quase meio bilhão aos cofres públicos. Ex-diretor do SESI e o ex-Presidente da CNI entre os alvos
PF prende mafiosos que deram prejuízos de quase meio bilhão aos cofres públicos. Ex-diretor do SESI e o ex-Presidente da CNI entre os alvos
12/08/2020 | 13:53
Postado por: Destaque Catarina
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O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF), deflagraram na terça-feira (11), a operação " Fantoche ", em Pernambuco onde uma quadrilha de corruptos mafiosos foram parar na prisão. Investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal apontam desvios financeiros dos cofres públicos na ordem de quase meio bilhão de reais entre os anos de 2002 e 2009. Foram presos o ex-diretor do SESI Robson Braga e o ex-Presidente da Confederação Nacional da Indústria - CNI Ricardo Essinger e o ex-diretor regional do SESI Ernani Aguiar Gomes, dentre outros investigados e denunciados ao MPF.

 

A Operação " Fantoche " vem realizando investigações de desvios financeiros em Pernambuco e ligados ao SESI e algumas instituições que atuam como OSCIPS em Pernambuco desde fevereiro de 2019. Vários convênios fraudulentos foram descobertos pelas investigações realizadas pela Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal MPF) nesta operação " Fantoche " em Pernambuco. Até empresas laranjas atuavam segundo investigações nesta ação criminosa de desvios de recursos públicos em Pernambuco.

 

Quase meio bilhão desviados, segundo o MPF e PF

Os contratos ultrapassam mais de R$ 400 milhões, segundo o Ministério Público Federal (MPF). Os denunciados à Justiça Federal nesta ação investigatória podem pegar até 12 anos de reclusão, além de repararem danos aos cofres públicos e terem bens bloqueados pela Justiça. Também foram denunciados nesta ação do MPF Hebron Costa Cruz de Oliveira; Romero Neves Silveira Souza, ambos representantes do Instituto Origami - uma OSCIPS cooptada dentro do esquema criminoso de desvios públicos financeiros neste esquema da quadrilha de mafiosos e corruptos e que envolveu também segundo as investigações da PF e do MPF o Instituto Mundial de Desenvolvimento da Cidadania ( IMDC ); e a empresa Aliança Comunicação e Cultura Ltda. Até o Ministério do Turismo, segundo investigações teve envolvimento em assinaturas e liberação de recursos financeiros através de convênios. outros alvos desta operação da PF e do MPF foram os irmãos Luiz Otávio Gomes Vieira da Silva e Lina Rosa Gomes Vieira da Silva.

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