Quinta-feira, 22 de Outubro de 2020
Congresso Nacional perdoa dívidas de R$ 1 bilhão de igrejas com a Receita Federal. Bolsonaro pode sancionar ou vetar
Congresso perdoa dívida de R$ 1 bilhão de igrejas com dívidas com a Receita Federal. Bolsonaro pode sancionar ou vetar
07/09/2020 | 20:25
Postado por: Destaque Catarina
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O Congresso Nacional deu uma de Jesus Cristo ao perdoar dívidas de mais de R$ 1 bilhão de igrejas com a Receita Federal. A maioria das igrejas com dívidas com a Receita Federal são evangélicas e que inclui algumas pertencentes a pastores dirigentes mafiosos e corruptos como a de um deles que vendia até grão de feijão para " curar " o novo coronavírus Covid-19 - uma picaretagem que o Ministério Público Federal (MPF); chegou a proibir a circulação de um vídeo nas redes sociais e até multar em R$ 300 mil reais tal pastor curandeiro.

 

o presidente da República Jair Bolsonaro tem até o dia 11 de setembro para ou sancionar o vetar o projeto aprovado pela maioria do Congresso Nacional. Enquanto a população mais pobre no país necessita de mais apoio diante desta pandemia devido ao impacto de dezenas de milhões de desempregados e do elevado índice inflacionário; em contrapartida; o Congresso Nacional por maioria propositadamente evita com que haja a legítima arrecadação tributária e fiscal das igrejas que arrecadam centenas de milhões por ano de doações por parte de milhares de fiéis por todo o país.

 

Aliás, basta ver a amplitude de bens patrimoniais e de recursos financeiros pertencentes aos principais dirigentes das mais diversas igrejas, principalmente evangélicas como fazendas com milhares de cabeças de gado; aviões; incluindo alguns destes dirigentes donos de redes de tevês; rádios e jornais e que deslumbram suas riquezas chegando ao ponto de até mostrar publicamente produtos de ouro. Driblando a Receita Federal realmente sobra recursos para tais riquezas patrimoniais como a de um recente caso de um padre em Goiás que teve suspensa suas atividades religiosas por parte do Vaticano e cujo golpe pode atingir cifras superiores a mais de R$ 10 bilhões.

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