Quinta-feira, 22 de Outubro de 2020
Destaques da semana vai de aceno de Fux (STF), à soltura de presos ao impeachment de Witzel, RJ e de Carlos Moisés, SC
Destaques da semana vai de aceno de Fux (STF), à soltura de presos ao impeachment de Witzel, RJ e de Carlos Moisés,SC.
17/09/2020 | 15:27
Postado por: Destaque Catarina
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O Brasil enfrentando como sempre dias de muitos entraves e tudo devido á má gestões de governantes - maioria mafiosa e corrupta que atuam há décadas neste país. Basta ver a avalanche de processos investigatórios que há anos ocorrem e tramitam na Justiça tanto nos municípios, estados quanto na esfera federal. Ministério Público estaduais e até federal atuando em conjunto com o apoio da Polícia Federal, Polícia Civil , equipes da Gaeco e até da Receita Federal neste combate à corrupção no país.

 

Governador do Rio Wilson Witzel (PSC) e o de Santa Catarina Carlos Moisés (PSL) enfrentam Impeachment

No Estado do Rio de Janeiro, o governador Wilson Witzel (PSC), enfrenta processo de Impeachment e a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro - Alerj, reuniu-se na quinta-feira (17), para votar se aprova ou não o pedido de Impeachment de Witzel, acusado pelo Ministério Público Federal (MPF), de corrupção e de fraudes na administração governamental. E o governador de Santa Catarina Carlos Moisés (PSL), assim como a vice-Governadora Daniela Cristina Reinehr ( ex-PSL e agora sem partido ); também enfrentam votação pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina- Alesc, votação sobre o Impeachment. Um dos pedidos de Impeachment contra o governador de Santa catarina Carlos Moisés e da vice Daniela Cristina Reinehr, está ligado ao caso do pagamento antecipado da compra de 200 respiradores pulmonares fantasmas e referente ainda sobre o equiparação salarial de todos os procuradores de Santa Catarina em cuja decisão caberia passar por um projeto de lei levado á votação na Alesc e que isto não ocorreu.

 

E novo presidente do STF ministro Luiz Fux acena à alteração de lei que determina soltura de presos

Seria um caos. Sim completo caos, caso venha ocorrer a soltura de presos desde aos que praticaram crimes hediondos; lavagem de dinheiro; integram organizações criminosas, dentre outros ilícitos considerados também graves. E é o que acena o novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF ), ministro Luiz Fux que integrava até poucos dias atrás o Conselho Nacional de Justiça - CNJ e que só não alcançou seu objetivo em relação à soltura de todos os presos no país durante este período de pandemia porque ocorreu prorrogação por mais 180 dias para definir a resolução que trata desta questão. Ou seja, o Brasil já convive com milhões de bandidos soltos; milhares de corruptos e mafiosos em plena liberdade agindo por todo o país provocando danos aos cofres públicos como mostram toda a série de investigações já realizadas pela Polícia Federal (PF); Ministério Público Federal (MPF); Polícia Civil; Receita Federal, equipes da GAECO; enfim; e nem mesmo diante desta realidade; o ministro do STF Luiz Fux, ao que tudo indica não se preocupa com a segurança da população ou com as administrações públicas, sejam elas municipais, estaduais e federal assoladas pela corrupção com desvios bilionários dos cofres públicos- dinheiro que certamente alimenta organizações criminosas infiltradas em todos os segmentos organizados no Brasil.

 

Somente no estado de São Paulo ocorreu após esta decisão da resolução parcial aprovada pelo CNJ e pelo STF a soltura de 5,.413 presos ao longo deste período de pandemia da Covid-19. A consequência disto, foi aumento considerável de registros em boletins junto as delegacias principalmente no Estado de São Paulo, mas que vem ocorrendo em todo o restante do país. Fux acena também desta forma beneficiar os corruptos, mafiosos presos em operações da PF e do MPF como exemplo; na Lava-Jato. Estaria o novo presidente do STF à serviço da máfia no Brasil. Pergunta que o próprio STF deverá mostrar pelos resultados das decisões do próprio STF se concede mais ou não habeas corpus para mafiosos e corruptos presos pela PF e por decisão do MPF.

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