Terça-Feira, 15 de Junho de 2021
Fachin (STF) ao negar investigação contra Toffoli (STF), confirma corporativismo e auto proteção. Vergonha !
16/05/2021 | 10:24
Postado por: Destaque Catarina
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF Edson Fachin, negou abertura de inquérito contra o colega ministro Dias Toffoli (STF). A Polícia Federal (PF), havia ingressado junto ao STF com pedido para investigar o ministro Dias Toffoli, após delação do ex-governador do Estado do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB), o qual denunciou que Dias Toffoli quando presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), recebera R$ 4 milhões em propina como ressarcimento ao pagamento de vendas de sentenças de dois prefeitos da baixada fluminense com processos junto a Justiça Eleitoral.

 

Com esta decisão por parte do ministro do STF Edson Fachin, fica evidente o corporativismo no STF que deveria no mínimo manter transparência e apurar a denúncia contra Toffoli e em caso probatório de inocência; tomar as medidas cabíveis contra o delator ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB)- preso diante crimes que vão desde lavagem de dinheiro; corrupção ativa e passiva; fraudes; formação de organização criminosa dentre outros delitos investigado pela PE e pelo MPF. Cabral (MDB), pegou prisão acima de 300 anos.

 

Por outro lado, quem manifestou severas críticas recentemente foi o Assessor Especial da Presidência da República, o ex- oficial do Bope do Rio de Janeiro; Max Guilherme Machado Moura. Max atacou os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF); " onze homens vestido ( sic) de preto " teriam " estrangulado " a Constituição Federal. Max fez a publicação no Instagram. e frisou que a Suprema Corte teria desferido " duros golpes " contra a carta Magna, pela qual declarou luto e disse ainda que " irá para a guerra com Bolsonaro ".

 

Convenhamos: O Brasil vem sofrendo há décadas uma sangria nos cofres públicos. Exemplos não faltam e basta ver as inúmeras denúncias junto ao Ministério Público Federal (MPF), com exaustivos trabalhos realizados também pela Polícia Federal (PF), mas que quando chegam os processos em instâncias superiores como nas chamadas Cortes ( STF e STJ); acabam a maioria dos mafiosos e corruptos obtendo habeas corpus e ficando livres de parar na prisão. Um destes de tantos exemplos foi o caso da delação do mafioso e corrupto empresário Joesley Batista que disse à Justiça Federal ter depositado em contas no exterior em nome dos ex-presidentes da República Luís Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, ambos do PT, sendo R$ 70 milhões para Lula e R$ 80 milhões para Dilma Rousseff.

 

E o que se viu até hoje nem uma conclusão sobre os fatos relatados. Ou seja, são relatados fatos, comprovados á Justiça Federal e à Polícia Federal, abre-se processos que chegam nas instâncias superiores e ali há uma espécie de um pára-choque que acaba travando e que a sociedade brasileira sequer fica sabendo do papel a que cabe estas instâncias superiores como do STF e do STJ, por exemplo. E a suspeição é consequência justamente destes posicionamentos da falta da transparência do STF e do STJ em relação ao combate à corrupção e principalmente a evitar desde concessão de habeas corpus para líderes de facções criminosas e mafiosos e corruptos de limparam cofres públicos neste país e prejudicando desta forma toda a sociedade brasileira.

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