Terça-Feira, 15 de Junho de 2021
Jovem de 22 anos de idade e sem comorbidade morre à espera de transferência para UTI em SC
03/06/2021 | 13:15
Postado por: Destaque Catarina
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A jovem Jéssica da Silva Sinn, de 22 anos de idade não resistiu as complicações pela Covid-19 e foi óbito em Presidente Getúlio (SC). Jéssica estava a espera por transferência para UTI em Santa Catarina e infelizmente acabou falecendo. Ela estava internada há três dias no hospital em Presidente Getúlio( região do Alto Vale do Itajaí, SC). É preciso que as autoridades em Santa Catarina realizem uma investigação para saber a razão da ausência imediata da transferência da paciente para um leito de UTI adulto Covid-19; já que a paciente apresentava um quadro de agravamento de sua saúde. Não se pode admitir que haja fila de espera por um leito de UTI Covid-19 em pleno agravamento desta pandemia não somente em Santa Catarina, porém, em todo o país.

 

A falta tanto do dinheiro público quanto de maior responsabilidade governamentais especialmente na área da Saúde no Brasil é algo repudiável, criminoso. Esta incompetência vem colocando a vida de milhões de brasileiros sob riscos quando se trata de alcançar um atendimento emergencial. A consequência tem sido o aumento de vítimas pela Covid-19. NO Amazonas, Rio de Janeiro; Santa Catarina; Goiás, Pará; Rondônia; Amapá; Paraná; Mato Grosso; São Paulo; Rio Grande do Sul, enfim, em vários estados e diversos municípios brasileiros; a roubalheira do dinheiro público principalmente na Saúde é estarrecedora como já apontaram inúmeras das investigações da PF e do MPF.

 

A jovem Jéssica da Silva Sinn; com apenas 22 anos de idade; poderia ter sido salva desde que houvesse um atendimento rápido de transferência para uma unidade contendo leito de UTI pelo qual ela estava aguardando. Jéssica da Silva Sinn é mais uma vítima, infelizmente junto a outros mais de 466.000 mil pessoas nesta pandemia. A chegada da terceira onda da Covid-19 com novas variantes mais agressivas e com e com maior grau de ser rapidamente mais transmissível como as cepas da H10N3 e da B1.617.1 dentre outras; e que vem atingindo faixas etárias de pessoas mais jovens; sinaliza maiores riscos de contágios e requer muito mais ações preventivas por parte tanto da população quanto da atenção dos órgãos governamentais ligados na área da Saúde.

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