Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017
Eike Batista e o "X" da corrupção
Eike Batista dentro do Presídio Bangu 9, do Rio de Janeiro (RJ), poderia reler o livro "O X da Questão", de sua autoria
31/01/2017 | 13:17
Postado por: Destaque Catarina
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O mafioso ex-bilionário Eike Batista que está preso em cela comum do Presídio Bangu 9, no Rio de Janeiro (RJ), desde a manhã de última segunda-feira,30, bem que poderia reler o livro de sua própria autoria lançado em 2011 intitulado: " O X da Questão ", que trata da sua trajetória no mundo dos negócios bilionários e dá dicas de empreendedorismo. Foram exatamente algumas destas tais "dicas" em seu próprio livro que não foram correspondidas por sua trajetória e ao contrário; culminaram com práticas corruptas e levando-o à prisão. Na terça-feira, 31, às 13 h Eike Batista vai depor na sede da Polícia Federal do Rio de Janeiro (RJ). Eike Batista está numa cela comum de 15 metros quadrados com outros seis presidiários do Presídio Bangu 9. Não há vaso sanitário e apenas um buraco no piso.

 

Eike Fuhrken Batista da Silva, nasceu em 1956. A mãe é alemã e o pai brasileiro. Aos 21 anos de idade Eike Batista montou uma empresa de compra e venda de ouro. A empresa era chamada Autran Aurem e que tinha como símbolo o sol inca - marca registrada de suas empresas. Eike Batista explorava minas de ouro no Brasil; Canadá e minas de prata no Chile. Eike Batista que já foi considerado o homem mais rico do Brasil e o sétimo mais rico do mundo; chegou a ser eleito pelo SBT em 2012 como o 21 brasileiro de todos os tempos. Em fevereiro de 2015, Eike e familiares tiveram os bens bloqueados pela Justiça. O mafioso Eike Batista responde a seis processos na Justiça Federal do país.

 

Em 2015 a empresa OSX do grupo EBX pertencentes a Eike Batista foi citada em delação no escândalo da Lava Jato da Petrobras - resultado que levou o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) para a prisão em Bangu 8. A prisão do corrupto Eike Batista teve repercussão internacional imediata. Principais jornais e revistas econômicas do mundo noticiaram com destaque a prisão do mafioso brasileiro Eike Batista. De bilionário às custas de muitos recursos públicos obtidos de forma ilícita junto a esquemas fraudulentos com políticos do país; Eike Batista aos poucos vai sentindo desmoronando o seu castelo de areia.

 

Em reportagem à TV Globo ainda dentro do Aeroporto em Nova Iorque (EUA), instantes antes de embarcar e ser preso no Brasil, Eike Batista mostrava-se otimista com o Brasil daqui em diante e assegurando a transparência como fonte de transformação do país. Certamente, esta mesma transparência que nem Eike Batista e tão pouco os asseclas mafiosos e corruptos governantes como o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) ou da ex-presidente do Brasil Dilma Rousseff e ex-presidente Lula, ambos do PT e que bajulavam Eike Batista; auxiliando-o na obtenção de milhões dos cofres públicos e do pagamento de propinas milionárias; vai agora minimizar o período em que Eike Batista ficará detido na cadeia.

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