Domingo, 22 de Outubro de 2017
Lava-Jato: Reunião de vários países da América Latina
Lava-Jato entra forte no combate a corrupção e países da América Latina vão se reunir dia 17, em Brasília (DF)
14/02/2017 | 2:17
Postado por: Destaque Catarina
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Representantes de vários países como Chile; Argentina; Venezuela; Peru; República Dominicana; Panamá; Equador; Brasil dentre outros países; vão estar presentes no próximo dia 17, em Brasília,DF.

 

O objetivo deste encontro de representantes do Judiciário destes países com o Procurador Geral da República do Brasil Rodrigo Janot, será de estabelecer mecanismos de cooperação conjunta em torno das investigações sobre corrupção internacional como a exemplo do que vem realizando no caso da Lava-Jato.

 

No Chile, há casos de corrupção envolvendo a empreiteira OAS e vem sendo investigados por autoridades daquele país; assim como também no Brasil - sede da empreiteira. Financiamentos de campanhas políticas irregulares com uso de caixa dois dentre outras irregularidades como fraudes e desvios milionários de recursos públicos são algumas destas realidades negativas que estão sendo agora investigadas em vários países não só da América Latina como também na Europa e América Central, além dos Estados Unidos.

 

Um acordo bilateral entre países da América Latina visando combater a corrupção será ponto de debate deste encontro de representantes destes países, em Brasília (DF). O Chefe da Unidade de Cooperação Internacional e Extradição do Chile Antonio Segovia, estará presente.

 

A Fiscal Nacional do Chile Ximena Chong, quem encabeça a investigação no Chile sobre o caso da empreiteira OAS e que investiga ramificações no caso da Lava-Jato. O objetivo deste encontro latino-americano de combate a corrupção é ativar mecanismos de cooperação sobre o combate a corrupção internacional.

 

Corrupção esta que envolve muitos políticos e funcionários públicos envolvidos em corrupção. O tratado prévio entre vários países latino-americanos de combate à corrupção vai além das delações de empreiteiras como da Odebrecht e da OAS. Várias outras delações estão sendo possíveis à Justiça brasileira e que vai certamente abranger ramificações em diversos outros países.

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