Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2022
Ômicron - nova variante e mais perigosa da Covid-19
Ômicro - variante perigosa da Covid-19 que avança rapidamente, OMS sugere vacinação universal como proteção
29/11/2021 | 23:54
Postado por: Destaque Catarina
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Ômicron surgida em meados de novembro, na província de Gauteng, na África do Sul, deixa alerta cientistas e países do mundo. Fronteiras já fechadas em vários continentes. Aeroportos aumentam o controle e rigor na vigilância sanitária. Vários países proíbem voos para países africanos onde surgiu a nova variante chamada Ômicron, do novo coronavírus SARS COV-2 ( Covid-19). A cepa da Ômicron já foi detectada na Alemanha; Hong Kong; Israel; Canadá; Bélgica; Escócia; Dinamarca; Portugal; Japão; dentre outros países, incluindo o Brasil onde suspeita-se um caso desta variante Ômicron que vem sendo analisada pela Fundação Fiocruz e pela Anvisa. A Ômicron é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como sendo preocupante.

 

Laboratórios membros da Network For Genomics Surveillance detectou a nova linhagem do SARS COV-2 denominado de B.1.1529 ( Ômicron), do alfabeto grego e que foi registrado após análises de 77 amostras colhidas na província de Gauteng, em Botsuana ( África do Sul ),no dia 09 de novembro. A Ômicron carrega certas mutações que são preocupantes ( na ordem de 30 a 50 destas mutações- a maior de todas as variantes da Covid-19 ).

 

A Ômicron possui ainda um perfil genético muito diferente de outras destas variantes da COVID-19. A transmissibilidade da Ômicron também é bem maior do que as demais cepas, variantes da Covid-19. A origem da Ômicron pode estar associada ao fato de haver sistemas imunológicos altamente comprometidos e que possuem infecções prolongadas e que, portanto, não conseguiram eliminar o vírus e desta orma tornar-se fonte de origem de novas cepas do novo coronavírus Covid-19. Ou seja, há uma espécie de pressão imunológica no organismo humano. Pesquisas é que poderão apontar fatores de causas destes surgimentos de novas variantes da Covid-19. É uma depressão seletiva que força o vírus à evoluir e proporcionar novas cepas.

 

E foi também na África do Sul onde surgiu a variante Beta que se espalhou rapidamente pelo mundo todo assim como ocorreu no início desta pandemia com o SARS COV 2 originário em Whuan ( China), no final de 2019. A quarta onda da pandemia da Covid-19 já está avançando em todos os continentes e o apelo da OMS é para que toda a população mundial possa ser vacinada o mais rapidamente possível para controle pleno desta pandemia. OMS sugere a vacinação universal. Afinal, países mais pobres estão sendo mais vulneráveis à pandemia e isto precisa de apoio de nações mais ricas para conter esta pandemia do SARS COV-2.

 

Ômicron sob estudos e análises em todo o mundo: National Health Laboratory Service é um deles

A caça à novas variantes da Covid-19, vem sendo meta prioritária do mundo científico. O National Health Laboratory Service ( ING-SA ) da África do Sul juntamente com vários laboratórios privados daquele continente africano, estão dedicando-se intensivamente aos estudos sobre as novas variantes do SARS COV-2 ( novo coronavírus Covid-19 ). Estudar profundamente sobre os anticorpos formados pelas vacina ou infecções anteriores; poderão indicar a capacidade de haver surgimento ou não de nova cepas, ou seja, novas variantes da Covid-19. A rede de vigilância genômica na África do Sul, tem monitorado as mudanças que ocorrem no SARS COV-2 Covid-19. Este trabalho significa uma valiosa ferramenta para compreender melhor como o vírus se espalhou no final de 2020. A rede detectou uma nova linhagem do vírus 501 Y. V2 chamada na época de Beta e agora detecta nova variante a B.1.1.529 denominada Ômicron. O governo africano sugeriu no início desta semana a proibição de viagens interprovinciais.

 

Vacinas atuais tem período de proteção e por isto precisa ser de seguidos reforços

As vacinas atuais contra a COVID-19 possuem um determinado tempo de proteção, ou seja, da capacidade de manter o organismo humano sob proteção à infecções principalmente graves e até evitar mortes. Mas, como este vírus da Covid-19 ainda está sob muitos estudos científicos em todo o mundo, além da primeira dose, recomendada pela própria OMS a segunda dose e até o reforço da vacina para que haja uma maior segurança quanto à evitar contágios pelo novo coronavírus Covid-19. Nãos e sabe ainda quanto à proteção imunológica fornecida pelas vacinas em que grau diminui com o passar do tempo. Portanto, proteger-se preventivamente de acordo com as recomendações principais sugeridas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como vacinar-se com as doses recomendadas pela OMS e órgãos de regulamentação de Saúde dos países, além da utilização máscaras de proteção à Covid-19, manter distanciamento social e evitar aglomerações, bem como; manter boa higienização das mãos com uso de álcool em gel e ou sabão, as quais são notadamente maneiras de se evitar o contágio do novo coronavírus Covid-19. Enquanto não houver imunização universalizada, os riscos de contágios sempre estão sujeitos à riscos.

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