Sábado, 16 de Dezembro de 2017
Eleições à presidência do Brasil em 2018 será grande desafio para milhões de eleitores
Eleições de 2018 no Brasil será uma incógnita, pois mafiosos poderão engrossar a fila desta disputa com promessas de verdadeiros milagres
28/11/2017 | 17:20
Postado por: Destaque Catarina
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Ledo engano pensar que a eleição de 2018 deva seguir as mesmas premissas anteriores em que muitos candidatos mafiosos e corruptos formaram verdadeiras quadrilhas em forma de alianças espúrias para chegar ao poder e manter a manutenção deste poder e resultado em tudo o que se viu até hoje no país. Ou seja: corrupção, roubalheira de dinheiro público e impunidade para muitos destes mafiosos. Algumas dezenas de corruptos até estão presos, porém, milhares deles ainda continuam livres e praticando atos ilícitos em várias partes do país. Isto tudo graças a mecanismos que estão sedimentados dentro do próprio legislativo e judiciário que proporcionam condições para que muitos corruptos e mafiosos continuem em liberdade. Enquanto não dar fim ao foro privilegiado e haver leis mais rigorosas para punir corruptos; mafiosos; ladrões do dinheiro do povo, certamente o Brasil vai continuar sofrendo as consequências destas ações criminosas praticadas não somente dentro do meio político, executivos; legislativos e até do judiciário além do setor privado. Já se vê notadamente alguns pré candidatos à presidência da República; manifestando propostas mirabolantes a exemplo de outras eleições presidenciais em que os supostos milagres sequer chegaram à realizar-se. Os graves problemas sociais; econômicos; ambientais; continuam cada dia mais graves em todo o Brasil. Tudo isto devido à más gestões administrativas que em conluiou quadrilhas montaram esquemas para roubarem bilhões do povo brasileiro.

 

Lista de corruptos à presidência em várias eleições mostram a cara das quadrilhas

Há décadas o Brasil e em especial o povo brasileiro vem sofrendo as consequências da abrupta ação mafiosa de quadrilhas que utilizam siglas partidárias e após eleitos; formam um bando visando desvios do dinheiro público deste país. Exemplos são diversos e incluem desde o ex-presidente Fernando Collor de Melo; do Partido Colorido na época; do ex-presidente José Sarney (PMDB); passando por Fernando Henrique Cardoso (PSDB); Itamar Franco (PMDB); Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (PT) e do atual presidente da República Michel Temer (PMDB), considerado pelo delator Lúcio Funaro como sendo o "líder do quadrilhão do PMDB". E aliados não faltaram para as quadrilhas políticas e de várias matizes como disse o empresário da JBS Joesley Batista que destacou ser mais de 1820 políticos que utilizaram recursos em forma de caixa dois para as campanhas políticas e com apoio financeiro da JBS - ocorrendo com várias empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato. Portanto; o Brasil possui um grande desafio nas eleições de 2018. O Brasil terá que enfrentar as urnas onde milhões de eleitores deverão escolher dentre os candidatos um que possa de fato; diferenciar-se dos que antecederam no cargo de presidente da República. O Brasil precisa urgente de reformas profundas e não apenas remendos.

 

PMDB, PT; PP; PSDB; PPS;PDT; PSD; PTB e PR; sem nenhuma chance em 2018

Candidatos à presidência da república pelo PT; PMDB; PP; PSDB; PPS; PDT; PSD; PTB e PR não terão nenhuma chance de eleger presidente da República em 2018. Isto porque estas principais e maiores siglas partidárias estão afundadas com vários de seus principais líderes políticos em corrupção e processos tramitando na Justiça Federal. A Operação Lava Jato mostra claramente esta realidade dentre outras operações como desde o mensalão; a Zelotes e muitas outras em andamento. Corre por fora e contendo ainda muitas polêmicas diante conturbados discursos políticos o líder do PSC, do Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro, que dentre muitas polêmicas envolve questões de gênero e aspectos da área da segurança pública. Até então, Bolsonaro não menciona quaisquer rigor maior na questão do combate à corrupção no país. Tem ainda Marina Silva e que depende muito da forma com que fará a sua base política de apoio nas eleições. Portanto, as eleições de 2018 para a presidência da República está em aberto e podendo surgir um nome que não tenha estes desgastes e acima de tudo; possua maior credibilidade e isenção e desta forma, com um projeto consolidado com apoio dos mais diversos segmentos organizados da sociedade brasileira; garantir um futuro administrativo da Nação Brasileira dentro de um contexto que possibilite transformação em prol de toda a população deste país.

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