Sábado, 18 de Agosto de 2018
Minas Gerais; Rio de Janeiro e Santa Catarina no caos financeiro devido à má gestão de governos
Minas Gerais e Rio de Janeiro a situação é caótica e Santa Catarina não fica atrás. Tudo devido má gestão de governos incompetentes e irresponsáveis
18/07/2018 | 0:28
Postado por: Destaque Catarina
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No estado de Minas Gerais a situação é dramática especialmente na área da Saúde pública. Maioria dos hospitais públicos faltam leitos e diversos insumos necessários para prestar serviços de atendimento à pacientes. Faltam ampliações de UTIs e a crise financeira do governo de Minas Gerais retrata a incompetência e irresponsabilidade do governador Fernando Pimentel (PT), acusado de corrupção passiva pela Justiça Federal; bem como; acusado de praticar caixa dois de campanha política em 2014 e ainda de receber propina da Odebrecht de R$ 13 milhões.

 

Fernando Pimentel (PT), virou réu por corrupção passiva após decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ). O mafioso e corrupto é acusado ainda pela Justiça por crime de responsabilidade fiscal. Assim, o governo de Minas Gerais enfrenta o verdadeiro caos das finanças públicas do estado.

 

A Procuradoria Geral da República (PGR), acusou também o governador Fernando Pimentel (PT) de falsidade ideológica. Outros estados como Rio de Janeiro, onde o caos está instalado há anos diante da situação de amplitude de corrupção nas esferas dos governos do estado e da prefeitura além do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RJ), somados à insegurança pública; a situação financeira do governo do Rio de Janeiro é algo também preocupante.

 

E a exemplo destes dois estados outros pelo país sofrem devido à má gestão administrativa e avalanche de desvios de dinheiro público. Santa Catarina também enquadra-se dentro desta triste realidade. Rio Grande do Sul; Mato Grosso; Bahia; Alagoas; Ceará; Pernambuco; Tocantins; Acre; Roraima; Rondônia; Pará também sentem problemas de gestão financeira- administrativa.

 

Um desafio para os novos gestores que estarão sendo eleitos nas próximas eleições de outubro deste ano. Ou seja; resgatar o aspecto de administração pública efetiva e responsável dentro dos parâmetros com que se há de exigir de eficientes gestores públicos neste país.

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