Domingo, 21 de Outubro de 2018
Lei da Ficha Limpa será rigorosa para com a eleição de outubro deste ano
Procuradora Raquel Dodge, da PGR, convocou reunião com Procuradores Eleitorais e vai abrir ação de impugnação contra candidaturas sem Ficha Limpa
27/07/2018 | 23:30
Postado por: Destaque Catarina
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O combate contra a corrupção e corruptos no Brasil continua e mais forte e as eleições de outubro será determinante para que haja uma ampla faxina contra a corrupção no país. A começar com ações de impugnações contra candidaturas sem Ficha Limpa.

 

A procuradora Geral da República (PGR) Raquel Dodge, reuniu os Procuradores Eleitorais de todo o país durante a sexta-feira (27). Raquel Doge, destacou que vai abrir ação de impugnações contra candidaturas sem a Ficha Limpa para estas eleições de outubro próximo. Raquel Dodge, destacou também que o Ministério Público (MP) vai pedir a devolução de todos os recursos financeiros públicos utilizados em campanhas eleitorais por políticos que já esteja enquadrado na Lei da Ficha Limpa e cuja candidatura venha a ser impugnada pela Justiça Eleitoral.

 

A impugnação de candidatura formulada pelo Ministério Público (MP), significa, porém necessariamente que o candidato não terá o direito de disputar a eleição. O candidato vai apresentar a defesa e será analisada pela Justiça Eleitoral até que a decisão sobre o registro da candidatura seja tomada pela Justiça, disse a Procuradora Geral da República- (PGR), Raquel Dodge. Haverá uniformidade no tratamento dos trabalhos tanto no âmbito do Ministério Público quanto pela Justiça Eleitoral.

 

Nada de privilégios ou de algum tipo de ação que possa ser caracterizado como desvio de conduta e da legislação que estabelece as normas e o rigoroso trabalho isento de possíveis tentativas de prejudicar o interesse maior da sociedade brasileira. É o efetivo rigor da lei e mais agora diante destes grandes desafios que o Brasil enfrenta diante imenso lodo de corrupção e atuação de mafiosos que desviam centenas de bilhões dos cofres públicos deste país. A próxima eleição é um primeiro passo por parte do eleitorado brasileiro em procurar eleger políticos capazes de não constarem futuramente na lista de novos investigados pela Justiça e ou levados aos presídios deste país.

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