Sábado, 04 de Julho de 2020
Caso dos respiradores pulmonares em SC leva duas pessoas à prisão. Polícia está atrás de outros quatro mafiosos envolvidos nas fraudes
Caso dos respiradores em SC resulta na prisão de duas pessoas e a Polícia está atrás de outras quatro para também levar à prisão
06/06/2020 | 19:07
Postado por: Destaque Catarina
A- A+

A Polícia de Santa Catarina prendeu preventivamente na manhã de sábado (06), o ex-secretário de estado da Casa Civil Douglas Borba e o advogado Leandro Barros, envolvidos no caso da compra de 200 respiradores pulmonares por parte da Secretaria de Estado da Saúde (SES), junto a empresa Veigamed, do Rio de Janeiro e que custaram aos cofres públicos de Santa Catarina o valor total de R$ 33 milhões, sendo que o valor foi pago antecipadamente à Veigamed. Os aparelhos sequer chegara em sua totalidade ao governo de Santa Catarina e apenas 50 deles sem atender aos requisitos necessários ao atendimento de pacientes do novo coronavírus Coid-19, acabaram chegando à Florianópolis (SC), algumas semanas atrás e foram retidos à pedido da Receita Federal.

 

Outras quatro pessoas cujos nomes não foram revelados pela Polícia através da DEIC ( Departamento Estadual de Investigações Criminais); estão sendo procurados pelas equipes policiais que atuam nesta Operação Oxigênio relacionada a compra de 200 respiradores fraudulentos. O Ministério Público do Estado de Santa Catarina (MPSC), determinou o bloqueio de bens e de valores correspondentes a R$ 33 milhões, porém, apenas R$ 12 milhões foram possíveis localizar e deter até o momento. Cerca de 50 policiais estão atuando nesta Operação Oxigênio. Os crimes cometidos pela organização criminosa com caráter de quadrilha com fins de desvios financeiros públicos; vão desde desvios de recursos públicos; formação de organização criminosa; lavagem de dinheiro; falsidade ideológica, fraudes; superfaturamento dentre outros ilícitos. Foram recolhidos pela polícia nesta operação Oxigênio 19 celulares; 17 computadores; além de diversos eletrônicos como HD; tablet e pendrives.

 

Este escândalo criminoso, vergonhoso, abrupto e um dos piores de desvios financeiros ocorridos na história recente no governo catarinense diante desta pandemia da Covid-19, onde milhares de pessoas estão sendo acometidas da doença e onde centenas necessitam de atendimento imediato em leitos de UTIs não somente em Santa Catarina, porém,, no Brasil e praticamente em todos os países do mundo, mostra que a população já não aceita jamais desvios de recursos públicos financeiros e que a resposta imediata por parte a mega operação em que esta força- tarefa da Polícia Civil (DEIC); Ministério Público Estadual de Santa Catarina ; Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina além da Polícia Federal, já que há recursos federal aos estados para atender a pandemia a Covid-19, mostram diante deste trabalho de levar à prisão responsáveis por atos ilícitos de que o combate à corrupção, ao crime organizado já se faz momentâneo em quaisquer ilicitudes.

 

As investigações da mega operação Oxigênio detectou vários crimes praticados por uma organização criminosa que está sendo desbaratada não somente em Santa Catarina, porém,, em São Paulo e no Rio de Janeiro - e isto somente neste caso dos 200 respiradores pulmonares fajutos que a empresa Veigamed, do Rio de Janeiro, acabou oferecendo ao governo de Santa Catarina e aplicando um golpe de comercialização em que se vendeu uma espécie de gato por lebre à Secretaria de Estado da Saúde. A CPI instalada na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina- Alesc, já ouviu vários depoimentos de pessoas suspeitas de estarem envolvidas diretamente neste esquema criminoso da compra destes 200 respiradores pulmonares no valor de R$ 33 milhões.

 

Na próxima terça-feira (09), a CPI vai realizar uma acareação entre os ex-secretários do Estado - o da Saúde Helton J. Zeferino e o da Casa Civil Leandro Borba , que foi preso no sábado (06), e também terá a presença da servidora estadual da Saúde ( ex- Superintendente de Gestão Administrativa ) da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Márcia Regina Geremias Paulli. Há sigilo nestas investigações até que haja a completa conclusão desta operação Oxigênio e da plena devolução o mais breve possível dos R$ 33 milhões aos cofres públicos do Estado de Santa Catarina. O MPSC bloqueio ainda bens do ex-secretário de Estado da Saúde Helton J. Zeferino e de várias outras pessoas envolvidas neste escândalo.

 

Todos que prestaram depoimentos à CPI na Alesc negaram quaisquer responsabilidade sobre a compra fraudulenta dos 200 respiradores pulmonares chineses oferecidos pela Veigamed ao custo total de R$ 33 milhões pagos antecipados pelo governo estadual catarinense. O governo de Carlos Moisés (PSL), terá a missão de esclarecer à população catarinense como foi que adquiriu através da Secretaria de estado da Saúde (SES) estes aparelhos respiradores.

Comentários (0)
Seja o primeiro a comentar.
© 2010 - 2020 Jornal Destaque Catarina. Todos os direitos reservados
Encaminhe esta notícia
Seu nome
Seu e-mail
E-mail remetente
Comentário
Caracteres restantes

Enviar notícia
Reportar abuso
Seu nome
Seu e-mail
Seu telefone
Comentário
Caracteres restantes

Reportar abuso
Faça seu login!
Login
Senha
Permanecer conectado
Conectar