Terça-Feira, 01 de Dezembro de 2020
Bolsonaro dá senha de que está aliado a máfia ao dizer que " acabou " com a Lava Jato - maior investigação do mundo contra corrupção
Bolsonaro dá senha de que está aliado a máfia ao dizer que " acabou " com a Lava Jato - maior investigação do mundo contra corrupção
08/10/2020 | 19:57
Postado por: Destaque Catarina
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O presidente da República Jair Bolsonaro, eleito pelo PSL e que deixou a sigla logo em seguida ao chegar à presidência, disse em pronunciamento público na quarta-feira (07), no Planalto, de que " acabou " com a Lava - jato - a maior operação investigatória de combate a corrupção não somente a maior no Brasil como em todo o mundo já registrada. Ao dizer que "acabou " com a Lava jato, Bolsonaro antecipa a senha de que está aliado a máfia, organizações criminosas no Brasil que provocam rombos bilionários aos cofres públicos deste país. Quando deveria enfatizar de que o combate a corrupção deve prosseguir firme a mis forte com fortalecimento das equipes do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF), que atuam nas forças tarefas de combate a corrupção no Brasil, cuja criminalidade praticada por muitos políticos; empresários, doleiros, advogados, desembargadores como ficou já comprovado em várias das investigações e processos que tramitam na esfera do Judiciário deste país. Bolsonaro disse no seu pronunciamento no Planalto na terça-feira (07), de que " acabou " com a Lava Jato " porque no governo não tem mais corrupção ". Bolsonaro, entretanto, esquece, seja voluntariamente ou não de que a Operação Lava Jato investiga casos de desvios bilionários dos cofres públicos em gestões de governos anteriores como principalmente na gestão de Luís Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, ambos do PT e de Michel Temer (MDB). Portanto, a Lava Jato que ainda possui diversas fases investigatórias para concluir sua missão na plenitude; passa sofre pressão tanto por parte do Governo Bolsonaro quanto da Procuradoria -Geral da República (PGR) e do próprio Supremo Tribunal Federal (STF). Afinal, até agora desde 2014, quando iniciou esta operação investigatória, o STF conclui apenas um processo de levar à prisão um ex-deputado federal filiado ao Partido Progressista (PP) e que acabou morrendo dentro de uma unidade prisional no estado do Paraná. Faltam ainda muitas tarefas por parte da coordenação da chamada força-tarefa da Operação Lava Jato a fim de chegar a outros diversos mafiosos e corruptos e que na totalidade de desvios financeiros dos cofres públicos, esta máfia deva ter desviados centenas de bilhões dos cofres públicos do Brasil.

 

Bolsonaro diz que " acabou " com a Lava Jato e desta forma favorece mafiosos e corruptos que sequer foram parar na prisão

Já era suspeito desde que algumas das reuniões fechadas à quatro paredes, sem constar na pauta oficial e tão pouco ser divulgados o teor dos diálogos quando o presidente da República Jair Bolsonaro, reuniu-se com presidente à época do Supremo Tribunal Federal (STF); com o presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre (DEM-PA)- que responde a processos na Justiça Federal por corrupção e só não está preso ainda por ser beneficiado com o foro privilegiado ( coisa que protege muitos mafiosos e corruptos neste Brasil); o presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), que igualmente tem processo tramitando na Justiça Federal por recebimento segundo investigações do MPF e da PF relacionado à caixa dois de campanha eleitoral; e que articularam uma espécie de acordo branco para minimizar o avanço das investigações por parte da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), relacionado não somente à Lava Jato, porém, de outras investigações que envolvem muitos políticos que integraram bases de governos desde a gestão de Lula e Dilma além de Michel Temer e onde muitos destes políticos continuam com mandatos eletivos na Câmara e no Senado Federal e que formam a base de apoio ao governo de Jair Bolsonaro. No chamado núcleo do " centrão ", por exemplo, concentram-se boa parte deste políticos corruptos e mafiosos que estão com processos tramitando na esfera da Justiça Federal. Mas, o foro privilegiado beneficia protecionismo à máfia e aos corruptos envolvidos nestes processos por corrupção; lavagem de dinheiro; caixa dois; desvios para paraísos fiscais; organização criminosa, dentre outros crimes como falsidade ideológica, por exemplo.

 

Desmonte do trabalho da PF e do MPF por parte da PGR que prejudica investigações é indicativo de protecionismo à máfia

Exemplo clássico e real desta ação contrária ao combate a corrupção no Brasil; foi da pressão sofrida pelo ex-coordenador da Operação Lava jato, procurador Federal e que foi ministro da Justiçaram por alguns meses Sérgio Moro. Assim como Sérgio Moro sofreu retaliações também o procurador da República Deltan Dallagnol que atuou também fortemente neste trabalho da força tarefa da Lava Jato chegou a ter uma ação disciplinar contra ele e outros procuradores da República; como daqueles três que aturam recentemente junto a força-tarefa da Lava jato em São Paulo e que tiveram que deixar a função desta coordenação por influência da falta de apoio por parte da Procuradoria -Geral da República (PGR), à fortalecimento da estrutura e de equipes neste trabalho de combate a corrupção no país. de tal forma; também no Rio de Janeiro - um dos estados epicentro da corrupção e da atuação da máfia e de organizações criminosas no país e bem representadas em Brasília (DF); conforme várias das investigações da PE e do MPF, delas sendo em segredo de justiça; mostra este potencial de organização criminosa que tem amparo dentro do governo federal quando um pronunciamento deste manifestado pelo presidente da república Jair Bolsonaro ao dizer que " acabou " com a Lava jato, já não precisa ninguém dizer mais nada. Afinal, a senha foi revelada e só não entende quem não quer neste país arrombado financeiramente especialmente quando se trata de recursos públicos com uma dívida pública de mais de 3 TRILHÕES e que mostra que efetivamente se fosse uma empresa com uma dívida desta dimensão, ou o dono, ou sócios já estariam presos por falta de recolhimentos de impostos e tributos; ou pela má gestão administrativa - algo que no poder público, seja municipais, estaduais e federal é ao contrário: os desvios financeiros só crescem na medida que mafiosos agindo em organizações criminosas, em conluio como ao que se vê nesta fase de pandemia do novo coronavírus Covid-19 ; quando dezenas de bilhões foram parar nas mãos de corruptos como têm sido mostrado e revelado pelas séries das investigações realizadas pela Polícia Federal (PF), Ministério Público Federal (MPF), Polícia Civil; equipes da GAECO e Receita Federal. O Brasil não merece o cerceamento, o fim da Operação Lava Jato, mas o presidente da república Jair Bolsonaro ao dizer que " acabou " com a Lava jato, disse exatamente que " acabou " de ser favorável ao combate a corrupção no Brasil. E assim, mostra ou estar aliado a corruptos e mafiosos já pensando na reeleição de 2022 ou está completamente alienado e provavelmente está sofrendo de algum mal quando sofrera o impacto do contágio do novo coronavírus Covid - 19 que afeta vários órgãos, incluindo o cérebro. E o povo brasileiro, mais sofrido diante da roubalheira do dinheiro público, sequer pensa no futuro quanto mais no presente. Daí, o retrato do Brasil. Os políticos é tipo espelho- que reflete a cara do eleitor.

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