Terça-Feira, 26 de Janeiro de 2021
Bolsonaro com um pé no PP - Partido de maior número de mafiosos na Lava Jato e oriundo da Arena
Bolsonaro com um pé no PP - Partido de maior número de mafiosos na Lava Jato e oriundo da Arena da sustentação à ditadura
10/12/2020 | 11:52
Postado por: Destaque Catarina
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O presidente da República Jair Bolsonaro poderá filiar-se em um dos partidos logo no início de 2021 e uma das siglas deverá ser o Partido Progressista - o PP que teve o maior número de parlamentares mafiosos e corruptos envolvidos nas investigações somente da Lava Jato. Isto, sem contar no mensalão, dentre outras investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF). O PP teve origem da Arena que deu sustentação o regime da ditadura dos anos 60 à década de 80. Sondagens de bastidores em Brasília (DF), dão conta de que há negociações em andamento junto aos principais líderes do PP, cuja sigla teve origem na antiga Arena e que deu sustentação ao governo ditatorial da década de 60 à meados dos anos 80.

 

Da antiga Arena saíram mafiosos como do ex-prefeito de São Paulo Paulo Maluf e centenas de outros políticos corruptos e mafiosos por todo o país. Muitos deles continuam respondendo a processos por lavagem de dinheiro; caixa dois; fraudes e desvios de recursos públicos, além de formação de organização criminosa. O PP ( Partido Progressista ); teve somente como resultado das investigações da PF e do MPF na Lava Jato 33 parlamentares investigados e diretamente ligados ao escândalo de desvios de recursos públicos da Petrobras.

 

Um dos mafiosos e corruptos que chegou ser preso e que atuava em alto escalão dentro da Petrobras- Paulo Roberto da Costa, delator á PF e ao MPF, foi indicado pelo então deputado federal do PP José Jatene ( morto em 2010 ). Paulo Roberto da Costa acabou abrindo a realidade monstruosa de como funcionava o esquema de corrupção e desvios financeiros bilionários na Petrobras. Operação da Lava jato que acabou levando à prisão vários políticos ligados ao PP; PT e ao PMDB agora MDB, dentre outros mafiosos presos e denunciados também ligados a outras siglas da base de governos mafiosos e que juntos somente na Petrobrás desviaram calcula-se em mais de R$ 20 bilhões de reais.

 

O Partido Progressista (PP), teve sua origem ligada a vários líderes arenistas e que deram sustentação ao regime militar no país. Aliás, foi ali no início deste regime militar onde a avalanche de corrupção no Brasil aumentara assustadoramente - centenas de bilhões começaram serem subtraídos dos cofres públicos como mostrou o recente livro que trata da maior empreiteira no país, a Odebrecht, cuja empresa teve um crescimento que a levou a desenvolver as maiores obras de infraestrutura no país e no exterior e sob o manto de pagamentos de propinas milionárias e seja lá quais fossem os governos, seja de direita, centro ou de esquerda e também propinas milionárias para milhares de agentes públicos em todos os níveis de gestão pública no país.

 

E de quebra, após o fim do regime militar no Brasil, a escola da corrupção e de organizações criminosas só aumentaram no país. Veio os governos do regime democrático e a corrupção somente avançou no país. Governos tais como de José Sarney ( e que foi o primeiro governador -Maranhão a dar apoio ao início do regime militar ); Fernando Collor de Mello ( 1990-1992); Itamar Franco ( 1992-1994); Fernando Henrique Cardoso ( 1995-2002); Luís Inácio Lula da Silva ( 2003-2010); Dilma Rousseff ( 2011-2016); Michel Temer ( 2016-2018) e do atual presidente da República Jair Bolsonaro ( 2019- atual).

 

Dentre os políticos mafiosos e corruptos ligados ao PP, poderia se enumerar dezenas deles, mas somente os casos mais recentes investigados pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), além da própria Procuradoria-Geral da República (PGR), estão desde Paulo Maluf e seu filho Flávio Maluf quando dos desvios em obras públicas em São Paulo SP); Pedro Henry e Pedro Corrêa, no Mensalão em 2006; o ex- ministro das Cidades Mario Negromonte, do PP da Bahia; Alcides Bernal, cassado e acusado pela Justiça por nove crimes, incluindo a lavagem de dinheiro; a ex-governadora de Roraima Suely Campos, acusada por nepotismo ( 19 membros familiares atuando em sua gestão de governo na época ); Arthur Lira, do PP de Alagoas; Mário Negromonte Jr ( PP da Bahia ); Luiz Fernando Lira (PP-MG); José Otávio Germano (PP-RS); Roberto Brito (PP-BA); João Alberto Pizzolatti (PP-SC); Benedito Lira (PP-AL); Eduardo da Fonte (PP-CE); dentre dezenas de outros políticos com ou sem mandato que estão respondendo a processos na Justiça Federal por desvios financeiros dos cofres públicos deste país. Isto sem contar casos de corrupção; lavagem de dinheiro; fraudes licitatórias ocorridas e apuradas em investigações no âmbito municipais e estaduais que envolvem várias lideranças do Partido Progressista (PP).

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