Terça-Feira, 15 de Junho de 2021
Patriota rachado pode acolher Jair Bolsonaro como filiado
07/06/2021 | 22:22
Postado por: Destaque Catarina
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O partido Patriota sob comando de Adilson Barroso, deverá ter como mais novo filiado o presidente da República Jair Bolsonaro ( ex-PSL). Dividido internamente mesmo sendo um partido nanico, o Patriota terá direito aos recursos oriundos do Fundo Partidário ( cerca de R$ 35.139.355,52 milhões ). As demais siglas partidárias também recebem fatia de recursos milionários do Fundo Partidário que em 2020 foi autorizado liberar cerca de R$ 2 bilhões para as 21 siglas partidárias do país. Bolsonaro ainda não oficializou sua assinatura na ficha partidária do Patriota mas o senador Flávio Bolsonaro, antecipou-se e já assinou ficha no Patriota no dia 31 de maio durante convenção nacional do Patriota, cuja sigla enfrenta um racha no comando partidário. O Patriota teve incorporado o PRP( Partido Republicano Progressista ), em 28 de março deste ano e com aprovação por parte do TSE Tribunal Superior Eleitoral ).

 

O vice-presidente do Patriota Osvaldo Resende, teme que o ingresso de Bolsonaro ao Patriota, juntamente com o grupo de novos filiados ligados a Jair Bolsonaro acabem literalmente tomando conta da sigla e comandando os novos rumos do Patriota que tem na presidência nacional Adilson Barroso, o qual defende o ingresso de Jair Bolsonaro ao Patriota. Nove integrantes da direção nacional do Patriota, pedem ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspenda as medidas adotadas por Barroso diante ao fato de Barroso querer mudar o estatuto do Patriota, bem como, favorecer a entrada do grupo de Jair Bolsonaro ao partido.

 

Convenhamos: onde está a democracia interna partidária e que faz com que muitas siglas partidárias, senão maioria delas infelizmente adotarem estilos centralistas, antidemocráticos ao ponto de querer barrar novos filiados. Obviamente que há sim de partidos adotarem regras de exigências tais como desde a ficha limpa do novo filiado, dentre outros pré-requisitos éticos, mas sobretudo, jamais impedir de forma autoritária, sem que haja uma aprovação por maioria dentro do partido com participação e decisão coletiva.

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