Quarta-Feira, 20 de Outubro de 2021
Revolta, protestos em frente da Alesc contra projeto de reforma da previdência proposta pelo Governo de SC Carlos Moisés
Revolta e protestos marcam dia de votação do projeto do governador de SC na reforma da Previdência dos Servidores
05/08/2021 | 0:29
Postado por: Destaque Catarina
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Uma quarta-feira (04), marcada por muita revolta e protestos por parte de centenas de servidores públicos do Estado de Santa Catarina, contra o projeto de reforma da Previdência dos Servidores; propostos pelo governador de Santa Catarina Carlos Moisés (PSL). Cerca de 2 mil policiais militares; professores e também servidores da área da Saúde dentre outros setores do governo catarinense; fizeram uma concentração rente ao prédio da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina- Alesc, centro, em Florianópolis (SC).

 

Foi durante a quarta-feira (04), dia em que deputados estaduais de SC votavam o projeto (Proposta de Emenda Parlamentar-PEC 5/2021), à Constituição e também do projeto de lei(PLC); 10/2021, que propõe ampla e profunda reforma da Previdência dos Servidores Públicos do Estado de Santa catarina. Uma destas propostas é do aumento percentual para 14% de descontos da folha de pagamentos de salários dos servidores para o fundo beneficiário da previdência.

 

Decepção da classe dos servidores públicos com o Governo Moisés e com deputados que aprovaram reforma

Houve muita revolta e protestos por parte destes servidores presentes ao ato público contra as novas medidas proposta pelo governador de Santa Catarina Carlos Moisés (PSL), e também contra a grande maioria dos deputados que são favoráveis às mudanças propostas pelo governo catarinense em relação à Previdência dos Servidores Públicos Estaduais. Sem um amplo debate com os segmentos representativos dos Servidores Públicos de Santa Catarina; desde da área do magistério; Saúde e também de Segurança Pública; o manifesto em frente da sede da Alesc em Florianópolis (SC), foi uma demonstração de repúdio ao governo Carlos Moisés (PSL). A má gestão administrativa ao longo de décadas no governo estadual catarinense, provocou gradativa dificuldades financeiras na gestão previdenciária, e que o governo de Carlos Moisés (PSL), agora decide descontar em cima dos servidores públicos, os quais a grande maioria já recebem baixos salários.

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