Quinta-feira, 30 de Junho de 2022
TRANSPORTE URBANO COLETIVO NA MIRA DA JUSTIÇA EM VÁRIAS CIDADES
12/06/2022 | 19:48
Postado por: Destaque Catarina
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Uma mega operação investigatória foi realizada na manhã de quinta-feira (09), em São Paulo (SP). O motivo foi apurar a suspeita de irregularidades no Transporte Urbano Coletivo em São Paulo. A operação da Polícia Civil, do DENARC, DEIC e do Ministério Público deflagada na manhã de quinta-feira (09), em São Paulo (SP), cumpre mandados de buscas e apreensão de imóveis de luxo, carros importados, dinheiro e também de suspeitos no envolvimento de lavagem de dinheiro e ligação com organização criminosa. 14 ônibus foram recolhidos ao pátio da DEIC em São Paulo afim de passar por pericias. Uma frota estimada em mais de 520 ônibus que atuam no serviço do transporte urbano coletivo na região Leste da cidade de São Paulo (SP), podem estar vinculados à uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas, , segundo as investigações da Polícia e do Ministério Público de São Paulo.

 

Um vereador ligado ao Partido dos Trabalhadores (PT) de São Paulo e que também atua na direção de uma das empresas deste setor do transporte urbano coletivo paulista, é um dos alvos desta operação da DENARC, DEIC; Ministério Público e Polícia Civil de São Paulo (SP). A Prefeitura de São Paulo (SP), segundo informações destas investigações nesta operação policial sobre o caso, chegou a repassar como subsídios mais de R$ 4 Bilhões à empresas envolvidas nesta apuração investigatória.

 

Outras cidades brasileira como Londrina (PR) ; Lages e Florianópolis (SC), também na mira da Justiça

E as investigações sobre o serviço do transporte coletivo no Brasil atingem vários municípios deste país. Em Londrina (PR), a Câmara Municipal quer saber da prefeitura sobre o que levou a prefeitura de Londrina repassar durante período crítico da pandemia da Covid-19; mais de R$ 20 milhões como subsídios para empresas do setor do transporte urbano coletivo. Já, a prefeitura de Lages (SC), também fez repasses recentes na ordem de mais de R$ 5 milhões em forma de subsídios à única empresa do setor de transporte coletivo deste município serrano catarinense.

 

Em Florianópolis (SC), também surgem seguidos questionamentos por parte de muitos dos usuários sobre a qualidade e do cumprimento de horários além dos preços considerados elevados do transporte coletivo da capital catarinense. Várias greves por parte dos colaboradores que atuam neste setor em Florianópolis e também em São José (SC), marcaram mais recentemente o debate sobre a necessidade de uma profunda análise sobre o setor de transporte urbano coletivo destes municípios de Santa Catarina.

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