Segunda-Feira, 21 de Outubro de 2019
Gilmar Mendes (STF), mandou soltar mafiosos que deram prejuízos milionários na Saúde do Rio de Janeiro. Veja
Ministro do STF Gilmar Mendes, mandou soltar quadrilha de mafiosos que deram prejuízos milionários à Saúde do Rio de janeiro. Assim caminha o Brasil...máfia acobertada
12/09/2019 | 21:35
Postado por: Destaque Catarina
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E mais uma das dezenas de concessões de habeas corpus para mafiosos e corruptos que roubam milhões dos cofres públicos no Brasil, ganha mais um capítulo por parte do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Na quinta - feira (12), Gilmar Mendes (STF), manda soltar os mafiosos e corruptos empresários Miguel Iskin e Gustavo Estellita - ambos presos junto a outros membros da quadrilha que atuava em fraudes milionárias na área da Saúde do Rio de Janeiro.
 
 
Os dois corruptos e mafiosos obtiveram de Gilmar Mendes (STF), a soltura e deveriam deixar já na quinta-feira (12), o presídio de Bangu 8, no Rio de Janeiro onde cumpriam pena de prisão determinada pelo Ministério Público Federal (MPF). Iskin e Estellita estavam presos em Bangu 8 há mais de um ano e diante da concessão de habeas corpus por Gilmar Mendes (STF),deverão cumprir prisão domiciliar, porém, sem uso de tornozeleira eletrônica.
 
 
A Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF), tinham deflagrado há cerca de 2 anos atrás a Operação SOS no Rio de Janeiro que levou 20 pessoas à prisão preventiva e uma prisão temporária. Na ocasião foi preso também o ex-secretário de Estado da Saúde do Rio de Janeiro Sérgio Côrtes.
 
 
Os prejuízos causados pela organização criminosa aos cofres públicos diante de diversas fraudes junto a Secretaria de Estado da Saúde do Rio de Janeiro, cerca de 150 milhões, mas este valor pode ter sido ainda superior diante da série de irregularidades já apuradas e outras em andamento por parte desta operação do MPF e da PF. Somente num esquema, os investigadores revelaram desvios financeiros dos cofres públicos do Rio de Janeiro em mais de R$ 74 milhões.
 
 
 
Tantas concessões de habeas corpus à mafiosos e corruptos por parte de Gilmar Mendes (STF),  preocupa sociedade
 
As constantes concessões de habeas corpus (h.c), por parte do ministro do STF ( Supremo Tribunal Federal ) e além de alguns outros ministros desta Corte Superior da Justiça do Brasil, demonstra que algo está equivocado quando se realiza anteriormente um vasto e amplo trabalho investigatório por parte do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF), com lastro de atuação de equipes de trabalho, despesas elevadas destas investigações e quando chegam presos aos presídios espalhados pelo país, principalmente no Rio de Janeiro onde se concentra um foco da máfia e de corruptos; por outro lado em seguida, estes mesmos mafiosos e corruptos acabam recebendo concessões como a desta de Gilmar Mendes (STF), facilitando a atuação destas quadrilhas que roubaram centenas de milhões e muitas vezes bilhões como já mostradas diversas investigações e que estes mesmos mafiosos; acabam retornando às suas mansões para enfim; provavelmente dar continuidade às ações criminosas que os levaram às prisões. Há muitas coisas para serem explicadas neste contexto de haver uma espécie de aliança branca, ações brandas e facilitadoras para quadrilhas e organizações criminosas no Brasil.
 
 
É muito dinheiro roubado dos cofres públicos e   cujos desvios financeiros provocam danos à milhares de pessoas diante da falta de qualidade na área da Saúde; Educação; Segurança Pública, geração de emprego e renda e por fim, é preciso haver explicações por parte do STF ( Supremo Tribunal Federal ), diante destas obscuras ações de facilitações às quadrilhas e organizações criminosas no Brasil. Afinal, O STF teria mais que dar guarida às ações do MPF e da PF e não ao contrário: proteger mafiosos e corruptos como vem ocorrendo desde há anos neste país.
 
 
 
MPF e PF descobrem que empresário Iskin do Pró-Saúde cobrava 10% sobre valores dos contratos
 
O Ministério Público Federal (MPF), do Rio de Janeiro juntamente com a Polícia Federal (PF), descobriram que o empresário  Miguel Iskin, do Pró - Saúde - com sede em São Paulo (SP), e cujos contratos com a Secretaria de Estado do Rio de Janeiro, cobrava 10% sobre os valores dos contratos firmados junto ao governo do Rio de Janeiro. O Pró Saúde administrou hospitais diversos não somente no Rio de Janeiro, porém,, em vários outros estados.
 
 
No Rio de Janeiro, o Pró-  Saúde administrou hospitais a partir de 2013 como Getúlio Vargas; Albert Schartz; Adão Pereira Nunes e Alberto Torres.  Segundo o MPF o empresário Miguel Iskin, cobrava este percentual de 10%  dos contratos dos fornecedores da organização Social Pró- Saúde; distribuídos entre os demais membros da organização criminosa como Sérgio Côrtes e Gustavo Estellita - este último solto da carceragem de Bangu 8 por decisão do ministro do STF Gilmar Mendes.
 
 
O Pró - Saúde, segundo o MPF do Rio de Janeiro; mantinha um faturamento que presentava cerca de 50% somente com os contratos com o governo do Rio de Janeiro e que saltou de R$ 750 milhões para R$ 1 bilhão e 500 milhões assim que firmou este contrato do pró- Saúde e governo do Estado do Rio de Janeiro. Além dos empresário Miguel Iskin e Gustavo Estellita, o MPF e PF apuraram que três ex-gestores da pró- Saúde ( Ricardo Brasil; Manoel Brasil e Paulo Câmara ); firmaram contratos milionários com a empresa Aditus Adivisor Assessoria e Consultoria Empresarial, da qual eram sócios, obtendo vantagens indevidas no valor de R$ 30 milhões entre os anos de 2012 e 2014.
 
 
Nesta fase foi possível o MPF estimar que os contratos fraudados permitiram o desvio de cerca de R$ 74 milhões dos cofres públicos do Estado do Rio de Janeiro. Foi também nesta época da deflagração da Operação SOS no Rio de Janeiro que o ex-secretário de estado da Saúde do Rio Luiz Antônio Teixeira, teve que prestar esclarecimento à Justiça Federal.
 
 
 
 
 
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