Sábado, 23 de Janeiro de 2021
Guerra bacteriológica e biológica e o combate ao vírus da SARS CoV-2 e suas variantes como 501Y.V2 surgido na África
12/01/2021 | 20:00
Postado por: Destaque Catarina
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Uma verdadeira guerra ao combate ao vírus SARS Cov-2 ( novo coronavírus - Covid 19 ) e suas variantes como ao do 501Y.V2 que surgiu na África do Sul e que há cerca de duas semanas vem registrando aumentos de casos de infectados muito mais rápido e crescente do que ao comparado com o nov ocoronavírus Covid-19. Cientistas que acompanham os casos desta variante 501Y.V2 em regiões da África; estão preocupados por ser esta variante um vírus mais contagioso e mais difícil de combater, porém, não parece segundo primeiras análises e estudos sobre a variante 501Y.V2 de que este vírus possa causar formas mais graves da doença.

 

O presidente da África do Sul Cyril Ramaphosa destacou na terça-feira (12), que esta pandemia do novo coronavírus Covid-19 e a variante 501Y.V2 é muito devastadora e que a população deve seguir as regras de prevenção como preconiza a Organização Mundial de Saúde (OMS), e órgãos de saúde governamental. Ramaphosa destacou à importância do distanciamento social e ao uso de máscara e álcool em gel e dos cuidados também com a higienização das mãos. O líder africano disse também da preocupação quanto ao aumento de casos da doença e que tem levado hospitais á uma situação drástica diante deste elevado número de casos de infectados nas últimas semanas. As festas de virada de ano com aglomerações foram fatores que levaram ao aumento do número de casos da Covid-19 e desta variante do vírus 501Y. V2. Nas últimas 24 horas foram registrados no país mais de 4.600 novos casos da doença. Cidades africanas tais como Maseru Bridge; Osheak; Lebembo; Beitbridge; Ficksburg e Kopfontein são as que mais estão sofrendo o impacto do avanço do novo coronavírus Covid-19 e da variante 501Y.V2.

 

Proteína " spike " da variante 501Y.V2 penetra mais facilmente nas células humanas

A nova variante do novo coronavírus Covid-19 denominada 501Y.V2 surgido na África, segundo a bioinformática Houriiyah Tegally, 27 anos, membro da equipe de ponta que trabalha com vigilância genômica, e que identificou a variante 501Y.V2, destacou que esta variante sul-africana é mais contagiante, possui rápido crescimento nunca antes registrado comparado à outros casos epidêmicos e que este virus possui uma mutação na proteína spike - um " espinho " capaz de penetrar nas células e infectar humanos e é exatamente esta mutação que faz o vírus ser mais resistente à anticorpos e pode apresentar maior risco à reinfecção. Motivo este que, segundo a pesquisadora é mais preocupante. Os casos surgidos na África do Sul estão sendo analisados, estudados. Todos os vírus evoluem naturalmente e acumulam mutações, mas neste caso, esta variante evolui muito rapidamente.

 

A teoria mais provável para este crescimento rápido do 501Y. V2 é de que atinja à infecção de pacientes imunodeprimidos cujo sistema imunológico possui mais deficiência em combater infecções e o vírus se reproduz de forma mais rápida nestes pacientes e daí podendo ser transmitido com mais facilidade. A região do Sudoeste africano é a região onde mais se detectou número de casos da variante 501Y.V2. Mas, segundo pesquisadores africanos esta variante poderá estar presente já em outros países, em outros continentes. Diante destes novos registros desta mutação do vírus da Covid-19 para o surgimento do 501Y.V2, seja reforçada as investigações de genomas como preconiza e recomenda a Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

Vacinas avançam pelo mundo, mas de forma tímida. Brasil preparando-se lentamente

O programa de imunização contra o novo coronavírus no Brasil ainda está no papel - melhor: está nos debates e iniciando de forma ainda que tímida nas bases preparatórias municipais, estaduais para que junto ao Ministério da Saúde, tão logo dê início à primeira etapa de vacinação da população priorizando pequena parcela desta população que está assim como nos demais países também vulnerável ao contágio do novo coronavírus Covid-19. Mas, diferente de vários outros países onde a vacinação já está em pleno vapor, como Israel com mais de 3 milhões de pessoas vacinas; Reino Unido; Estados Unidos; Rússia; China; Argentina em que a vacinação começou no início deste ano e com velocidade e agilidade capaz de alcançar um número bem abrangente de pessoas imunizadas contra a Covid-19.

 

No Brasil, cujo país possui tradição histórica de um trabalho eficiente em coberturas vacinais; assim que o governo federal der aval e já distribuir as vacinas aos estados e por conseguinte aos municípios deste país, o ponta pé inicial é fundamental para que num período mais curto de prazo possível seja imunizada o maior número de pessoas no Brasil. São necessários mais de 110 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 e como são duas doses; são necessárias no mínimo 220 milhões de doses da vacina. A Coronavac, por exemplo, que anunciou no Brasil através do Instituto Butantan a eficácia mundial de apenas 50,38% gerou expectativas e parte dúvidas também diante de que outras vacinas como da Pfizer; Oxford; Moderna, por exemplo proporcionam eficácia muito além desta da Coronavac e que tem parceria com a China. Daí, muitas dúvidas diante desta Coronavac ainda mais sendo oriundo o imunizante da China - que aliás distribui para diversos outros laboratórios e países do mundo.

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