Sábado, 24 de Julho de 2021
CPI da Covid deverá tirar Bolsonaro e máfia aliada que pratica corrupção. Só de propina com a Oxford / AtraZeneca seria US$ 1 bilhão
CPI da Covid investiga avalanche de denúncias de corrupção na Saúde. Pandemia da Covid que já matou mais de 522 mil pessoas no Brasil
01/07/2021 | 18:06
Postado por: Destaque Catarina
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Os mais de 522.000 mil mortos pela Covid-19 no Brasil até agora já registrado mostra que a CPI da Covid-19 que investiga corrupção e desvios financeiros dos cofres públicos na gestão do governo Bolsonaro, como apontam parte das investigações desta CPI no Senado Federal; não será apenas esta CPI que irá tirar o presidente da República Jair Bolsonaro do cargo através de um Impeachment. Mas, se necessário for, será sim, o povo brasileiro e sua grande maioria - a começar pelos familiares, amigos, parentes das mais de por enquanto infelizmente 522.000 mil mortes pela Covid-19. Se há alguém culpado nesta pandemia no Brasil, é o governo federal que desde início subestimou a doença a começar pelo próprio presidente da República Jair Bolsonaro. Também igualmente responsáveis pela má gestão no Ministério da Saúde- que agora estoura escândalos um atrás do outro diante contratos para aquisições de vacinas e que demonstra o grau de gravidade quando milhões de cidadãos deste país aguardam pela vacina e a máfia, as quadrilhas organizadas que atuam dentro especialmente do Ministério da Saúde e dentro do Congresso Nacional, envolvidos em indicações para cargos estratégicos dentro especialmente do Ministério da Saúde onde os esquemas de corrupção, propinoduto mais parece ser a prioridade do que a agilidade na compra justa e devida de vacinas contra a Covid-19. estes atrasos na aquisição de vacinas e que demora surge diante fatos de negociações prolongadas para definir valores de propinas é algo estarrecedor. Nestes períodos de tramitação de espera na compra de vacinas são mortos diariamente em média mais de 2.000 mil pessoas pela Covid-19, quando já deveria estarem sendo salvas se houvesse a imunização contra a doença. Portanto, a Justiça Federal e a Polícia Federal tem o dever, a missão de ampliar as investigações à partir das denúncias já formuladas na CPI da Covid-19.

Bolsonaro em Ponta Porã (MS): " Não são sete bandidos (sic) que vão nos tirar daqui ", referindo-se à CPI

Durante sua passagem na terça-feira (29) por Ponta Porã (MS), o presidente da República Jair Bolsonaro, disse tacitamente:
" Não são sete bandidos ( sic), que vão nos tirar daqui ", mencionando os integrantes senadores da CPI da Covid-19, que investiga denúncias de corrupção, propinoduto bilionário em plena pandemia da Covid-19. Ao que tudo indica diante deste pronunciamento mais agressivo de Bolsonaro, ele prefere estar aliado, junto atuando com aliados envolvidos em corrupção como do seu líder na Câmara Federal, deputado Ricardo Barros - que já responde a processo por corrupção num caso envolvendo a área da Saúde no Distrito Federal (DF), e agora diante da CPI da Covid-19, quando relacionado a compra da vacina Covaxin e da vacina CanSino. E cada dia surgindo junto a CPI informações sobre novos casos de corrupção como a relacionada a vacina Oxford - Astrazeneca, em que derrubou do cargo o diretor Roberto ferreira Dias, denunciado à CPI da Covid 19. Segundo o representante da Davati Medical Supply, Luiz Paulo Dominguetti, o " senhor Roberto Ferreira Dias, disse que " sem propina o negócio não iria avançar ". Dominguetti disse haver se encontrado com o diretor do Ministério da Saúde Roberto F. Dias num restaurante em Brasília (DF), para tratar do assunto do contrato para aquisição de vacinas da Oxford- AstraZeneca. Disse ainda, segundo reportagem divulgada pela Folha de S. Paulo de que o diretor do Ministério da Saúde na gestão de Bolsonaro sugeriu aumentar US$ 1 dólar para cada dose da vacina e cuja " propina " alcançaria um valor total na ordem de R$ 1 bilhão de dólares. - equivalente a cerca de R$ 5 bilhões de reais.

Líder de Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros (PP), do Paraná na escalada da corrupção sob investigação

É o Brasil do conluio político - administrativo e que não perde infelizmente esta má característica de formação de organizações criminosas; conluio, mafiosos e corruptos agindo articuladamente ocupando cargos estratégicos dentro e fora do governo, seja ele federal, estaduais e municipais e basta ver a onda de corrupção com que o Brasil ve sofrendo nas últimas décadas. E novamente, e plena pandemia, onde o crime hediondo de corrupção acaba vitimando por dia cerca de 2.000 mil pessoas devido ao atraso de vacinação da população brasileira. As negociatas, acertos de valores milionários e até bilionários de propinas como surgiu agora diante de denúncias à CPI da Covid-19, envolvendo o Ministério da Saúde na compra de vacinas desde da Covaxin; A Oxord / AtraZenceca e da CanSino, as quais estão com contratos sob investigações tanto por parte da CPI da Covid-19, Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF). O lídero do presidente Bolsonaro na Câmara Federal deputado Ricardo Barros ( PP) do Paraná, está já sob investigações, incluindo um caso junto ao governo do Distrito Federal (DF), ou seja, na Operação Falso- Negativo. As denúncias dos irmãos Miranda á CPI da Covid-19 abriu um leque de amostragem de como funcionaria o esquema dentro do Ministério da Saúde. E o bloqueio ao acesso ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI), do Ministério da Saúde para o servidor e diretor Luis Ricardo Fernandes Miranda - irmão do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF); dá mostra da gravidade de outros supostos gravíssimos casos de corrupção dentro do Ministério da Saúde. Um exemplo semelhante ocorreu em Santa Catarina quando em 2020, uma servidora pública estadual que atuava na Secretaria de Saúde de Santa Catarina tinha a senha deste sistema de acesso do Sistema Eletrônico de Informações e que acabou ocorrendo um suposto uso irregular desta senha a fim de propiciar facilidades em contratos na área de Saúde no governo de Carlos Moisés (PSL). As investigações estão em curso e envolvendo o caso da compra de 200 respiradores pulmonares pagos antecipadamente R$ 33 milhões e que até hoje sequer nem os 200 respiradores chineses e tão pouco os R$ 33 milhões retornaram para o governo de Carlos Moisés (PSL). Estranhamente, o caso está demorando para ser totalmente esclarecido à população catarinense neste caso especificamente e que já tem outro semelhantes também em investigação.

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