Febre aftosa ameaça o Sul do Brasil

 

A Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), durante último dia 03, 
confirmou o novo foco de febre aftosa em uma propriedade no departamento 
de San Pedro, no Paraguai. Já, na quarta-feira (4), a Secretaria de Estado 
da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina apresentou um conjunto de medidas sanitárias cautelares para impedir que o vírus da febre aftosa entre no estado de Santa Catarina. A defesa sanitária do Ministério da Agricultora do Brasil acompanha o caso. 
De acordo com o secretário adjunto de Estado da Agricultura e da Pesca de SC, 
Airton Spies, a sugestão é restabelecer a estratégia preventiva utilizada 
em setembro de 2011, quando surgiu um foco da doença na mesma localidade 
do Paraguai. Entre as medidas, estão a intensificação das ações nas 
barreiras sanitárias, principalmente nas fronteiras, e a distribuição de 
materiais informativos para população.
Os Estados integrantes do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul 
(Codesul) – Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa 
Catarina – estão participando de videoconferências diárias com o 
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para acompanhar 
o desenvolvimento das ações e redirecionar as estratégias de medidas 
sanitárias. Nesta sexta-feira (6), o secretário Airton Spies estará em 
Campo Grande para reunião com os secretários de Agricultura dos Estados do 
Codesul e com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), 
Jorge Alberto Portanova Mendes Ribeiro Filho.
Spies lembra que o Decreto assinado pelo Governador Raimundo Colombo 
estabelecendo situação de alerta sanitário preventivo em Santa Catarina, 
devido ao foco de febre aftosa notificado em setembro de 2011, ainda está 
em vigor. Está em vigor também a Portaria 61/2011 que suspende 
temporariamente a entrada em Santa Catarina de animais suscetíveis a febre 
aftosa, assim como produtos e subprodutos de origem animal originários do 
Paraguai.
A Portaria não atinge produtos e subprodutos de origem animal submetidos a 
processamento industrial suficiente para a inativação do vírus da febre 
aftosa que sejam destinados para exportação.
O secretário adjunto Airton Spies explica que Santa Catarina tem fronteira 
com a Argentina e Estados do Rio Grande do Sul e Paraná, que são regiões 
livres de febre aftosa com vacinação o que representa uma barreira para 
entrada do vírus do Paraguai. Apesar disso, o Estado precisa manter sua 
vigilância permanente por ser o único Estado brasileiro livre de febre 
aftosa sem vacinação, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde Animal 
(OIE). “Temos certa tranqüilidade por estarmos rodeados de Estados livres 
de febre aftosa, porém não podemos relaxar na vigilância por termos um 
status privilegiado”, conclui.
Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura de Santa Catarina 

A Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), durante último dia 03, confirmou o novo foco de febre aftosa em uma propriedade no departamento de San Pedro, no Paraguai. Já, na quarta-feira (4), a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina apresentou um conjunto de medidas sanitárias cautelares para impedir que o vírus da febre aftosa entre no estado de Santa Catarina. A defesa sanitária do Ministério da Agricultora do Brasil acompanha o caso. 
De acordo com o secretário adjunto de Estado da Agricultura e da Pesca de SC, Airton Spies, a sugestão é restabelecer a estratégia preventiva utilizada em setembro de 2011, quando surgiu um foco da doença na mesma localidade do Paraguai. Entre as medidas, estão a intensificação das ações nas barreiras sanitárias, principalmente nas fronteiras, e a distribuição de materiais informativos para população.
Os Estados integrantes do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) – Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina – estão participando de videoconferências diárias com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para acompanhar o desenvolvimento das ações e redirecionar as estratégias de medidas sanitárias. Nesta sexta-feira (6), o secretário Airton Spies estará em Campo Grande para reunião com os secretários de Agricultura dos Estados do Codesul e com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Jorge Alberto Portanova Mendes Ribeiro Filho.
Spies lembra que o Decreto assinado pelo Governador Raimundo Colombo estabelecendo situação de alerta sanitário preventivo em Santa Catarina, devido ao foco de febre aftosa notificado em setembro de 2011, ainda está em vigor. Está em vigor também a Portaria 61/2011 que suspende temporariamente a entrada em Santa Catarina de animais suscetíveis a febre aftosa, assim como produtos e subprodutos de origem animal originários do Paraguai.
A Portaria não atinge produtos e subprodutos de origem animal submetidos a processamento industrial suficiente para a inativação do vírus da febre aftosa que sejam destinados para exportação.
O secretário adjunto Airton Spies explica que Santa Catarina tem fronteira com a Argentina e Estados do Rio Grande do Sul e Paraná, que são regiões livres de febre aftosa com vacinação o que representa uma barreira para entrada do vírus do Paraguai. Apesar disso, o Estado precisa manter sua vigilância permanente por ser o único Estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). “Temos certa tranqüilidade por estarmos rodeados de Estados livres de febre aftosa, porém não podemos relaxar na vigilância por termos um status privilegiado”, conclui.


Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura de Santa Catarina