Máfia no Brasil e impunidade. Veja alguns casos recentes
O Brasill lamentavelmente não pára a agenda de novos escândalos que deixam a população indignada diante tamanha vergonha nacional. Exemplos recentes de mostragem de como máfias organizadas e bem articuladas envolvendo muitos políticos; empresários e muitos servidores públicos que colaboram com estas organizações criminosas no Brasil; reforçam a tese de que é urgente uma profunda reforma política e jurídica no Brasil.
A impunidade favorece quadrilhas e dificulta desta forma o trabalho de punição devido às brechas da legislação no país. Veja alguns destes recentes exemplos que precisam de profundas investigações e até punições por parte da Justiça: BNDES libera milhões para Cuba e um dos projetos em Cuba é de um porto em construção naquele país.
A Justiça do Rio de Janeiro,RJ, já está investigando. Outro escândalo é o da compra por parte da Petrobras de uma refinaria sucateado americana, a de Pasadena, no Texas (EUA), autorizada pela então ministra da Casa Civil durante a gestão do ex-presidente da República Luis Inácio Lula da Silva, a atual presidente Dilma Rousseff (PT), em que houve um pagamento extratosférico acima de R$ 2,2 bilhões à uma refinaria sucateada que não valia mais do que R$ 49 milhões.
Foi pagou quase 300 vezes a mais o valor real da sucata. E outro é o da máfia das licitações fraudulentas sendo agora apurada pelo CADE quanto aos projetos de implantação de linhas de metrô e de energia elétrica no país.
CADE investiga licitações fraudulentas bilionárias
O Conselho de Administração de Desenvolvimento Econômico- CADE, investiga o caso das licitações fraudulentas em projetos que envolvem 16 empresas e estatais de energia e implantação de linhas de metrô em São Paulo,SP; Porto Alegre,RS; além de projetos também no Distrito Federal e Rio de Janeiro,RJ.
As investigações envolvem 119 pessoas e 16 empresas, incluindo algumas empresas internacionais como a Alston e Siemens, por exemplo. Somente a Alston pagou em propinas R$ 32 milhões em função de projetos envolvendo mais de R$ 360 milhões. Irregularidades como superfaturamento e manipulação em licitações onde a formação de cartel foi evidenciado nestas investigações da Polícia Federal e do Ministério Público.
As fraudes envolvem administrações públicas administradas nos estados durante gestões do PSDB; Partido Progressista; PMDB; DEM; PSD e PT. O escândlo estourou em 2005 e chegou até 2012 em alguns estados.