Marina e missão possível
O cenário da disputa à presidência da República é completamente outro, ou seja, a morte trágica no acidente aéreo que vitimou o então candidato à presidência da República Eduardo Campos (PSB), ocorrida neste último dia 13, terça-feira, em Santos (SP), começa dar configuração completamente novo e a possível e natural candidatura de Marina Silva ( que obteve quase 20 milhões de votos nas eleições de quatro anos atrás); poderá impulsioná-la de forma à estar presente num segundo turno destes eleições e fazer da missão e o sonho de Eduardo Campos tornar-se uma realidade sob o comando de Marina Silva na presidência da República.
O que antes poderia ser um sonho- nada mais do que um sonho, agora, poderá tornar-se uma realidade.
Marina Silva é a terceira eleitora mais influente no Brasil nestes últimos anos juntamente com o ex-presidente Lula e o ex-ministro do STF-Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa. Marina Silva, possui um extraordinário trabalho dedicado não somente na área do desenvolvimento ambiental sustentável, porém, na área social e é respeitadíssima em todo o mundo devido à sua trajetória de vida consolidada no respeito à vida, à natureza e à cidadania.
Agora, o quadro eleitoral no Brasil para as eleições de outubro deste ano é completamente diferente ao anterior, antes da tragédia aérea que vitimou Eduardo Campos e outras seis pessoas que estavam a bordo do jato Cesna que caiu no bairro Boqueirão, em Santos (SP).
Com a entrada natural na disputa sucessória presidencial deste ano, Marina Silva poderá desbancar já logo nas primeiras duas semanas de campanha eleitoral, o candidato tucano Aécio Neves (PSDB). Marina Silva pode ser uma espécie de furacão saudável nas urnas em outubro próximo. Novos tempos na política brasileira estão aproximando-se de forma inesperada, como marca a tradição do tempo, ou seja, nada é estático- tudo é dinâmico na vida e na natureza. Esta mesma natureza que vai dar plenas condições para que Marina Silva avance na campanha como um vento forte em prol de mudanças que o Brasil há décadas, reivindica, seja no âmbito das profundas reformas (Fiscal, Tributária; Política e Judiciária).
O Brasil, o povo brasileiro, não pode esperar décadas por estas transformações quando centenas de líderes políticos com mandatos eletivos nas mãos, apenas proferem discursos evasivos e nada verdadeiramente nada apresentam como relevante ao Brasil, ao povo brasileiro que sofre devido à falta de melhor atendimento na Saúde; Educação; Segurança Pública; além de ausência de projetos condizentes na mobilidade urbana; infraestrutura viária; portuária e aeroportuária.
Portanto; Marina Silva entra neste cenário com a missão possível de transformar o Brasil já à partir do início de janeiro de 2015. E para isto, precisa vencer uma transponível barreira chamada Dilma Rousseff (PT), em sua quase enfada; cansada; incrédula possibilidade de levar adiante um projeto iniciado por Lula e que já não condiz mais com a realidade deste país.